sábado, 27 de fevereiro de 2016

14 - Cristo Criador


"Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele; e ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele." Colossences 1:16 e 17.

Este texto afirma não apenas que Cristo foi um com o Pai na obra da Criação, mas que é Ele também Quem assegura a sua subsistência. Sim, como vimos, a providência divina em favor do homem manifestou-se com todo o seu poder e intervenção durante a semana da Criação, e a mesma providência e o mesmo poder sustêm aquela obra para que não se destrua. Como vimos até agora, o objeto e a finalidade da Criação foi o ser humano, o qual devia ser beneficiário do equilíbrio cósmico que fez do planeta Terra a morada de um ser à imagem e semelhança divinas.
Depois do pecado, essa intervenção providente da Divindade tornou-se ainda mais necessária para que a redenção do homem caído chegasse ao seu término antes que as forças da Natureza, como consequência da atividade rebelde e inconsequente da Humanidade, pudessem ser alteradas e converter em caos a obra perfeita do Criador. Cristo foi e continua a ser a nossa divina Providência. Ellen White diz a esse respeito que, no princípio, Deus Se revelava em todas as obras da Criação. "Foi Cristo que estendeu os céus e lançou os fundamentos da Terra. Foi a Sua mão que suspendeu os mundos no Espaço e deu forma às flores do campo. 'Ele converteu o mar em terra seca'. 'Seu é o mar e ele o fez.' Salmo 66:6; 95:5. Foi Ele Quem encheu a Terra de beleza e o ar de cânticos. E sobre todas as coisas na terra, no ar e no firmamento, escreveu a mensagem do amor do Pai." - Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pp. 11 e 12, ed. P. SerVir.
N'Ele subsiste o poder que mantém com precisão matemática os imensos astros do Universo nas suas órbitas assinaladas, o poder que sustém as partículas do átomo nas suas órbitas pré-determinadas. N'Ele subsistem também a graça e a misericórdia que mantêm a nova criatura no horizonte da Salvação.
Mas há um Deus nos Céus... quando esquecemos que Jesus Cristo é Deus poderoso, Criador do mundo e Mantenedor do Universo. Os Seus maravilhosos olhos pousam hoje sobre a nossa vida para nos dar grandes bênçãos.


Deixe que o Seu poder transformador repare as feridas que tem na consciência e lhe ofereça uma paz absoluta.

Carlos Puyol Buil in Meditações Matinais Mas há um Deus no Céu, P. SerVir, 27.02.2016. Conheça o autor a 26.12.15 em M. p. S.




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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

12 - Tudo Foi Criado Para o Homem


"Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca." Salmo 33:6.

"E disse Deus." Esta é a frase que constitui a espinha dorsal de todo o relato da Criação. É o refrão, repetido dez vezes neste magnífico poema. Dizer é, ao mesmo tempo, pensar e querer. No falar de Deus encontra-se o poder legislativo da Sua inteligência e o poder executivo da Sua vontade. Esta palavra por si só, revela um princípio luminoso, um desígnio inteligente e bom, na base de tudo o que existe. Por detrás desse véu do Universo visível que nos deslumbra, por detrás da regularidade das estações e das leis fixas que as regem, e que poderiam levar-nos a não ver em tudo isto mais nada a não ser o desenvolvimento da necessidade, esta frase, "e disse Deus", revela-nos um braço poderoso, um olhar que discerne, um coração cheio de benevolência que nos procura, um Ser providente que nos ama.
O raio de luz que, ao chegar à nossa retina desenha diante de nós com nitidez uma esplêndida paisagem, realiza a sua função porque Deus lhe disse para brilhar. O ar que os nossos pulmões aspiram cumpre o Seu propósito porque Ele lhe disse para nos dar respiração e vida. As flores e os frutos que colhemos durante a maior parte do ano, que nos deslumbram com as suas fragrâncias, que nos deleitam com o seu sabor, foram semeados por Ele para nós no belo jardim da Terra. O Sol, que determina a extensão dos anos, dos dias e das horas; a Lua, que divide os anos em meses e os meses em semanas, fazem-no porque Deus dirige os seus movimentos na abóbada celeste.
A infinidade de animais que enchem de vida as águas, o ar e a terra; e os animais domésticos, com os quais partilhamos a nossa habitação, existem porque Ele nos rodeou deles, tanto para estimular a nossa atividade, procurando vencer a sua resistência, como para aproveitar a sua dócil cooperação. E, finalmente, se nós mesmos estamos aqui como a obra-prima da Criação, se podemos chamar Pai Àquele que conta os cento e quarenta mil cabelos da nossa cabeça e o incontável número de astros que circulam no firmamento, é porque Ele planeou fazer-nos à Sua imagem e colocar em nós um resplendor do Seu próprio Espírito.

Também o(a) leitor(a) faz parte do projeto divino da Criação. Não se afaste da Sua presença. Ele tem um plano para si neste dia. Escute a Sua voz.

Carlos Puyol Buil in Meditações Matinais Mas há um Deus no Céu, P. SerVir, 25.02.2016. Conheça o autor a 26.12.15 em M. p. S.




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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

10 - Monumento da Criação


"Assim os céus e a terra, e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo, a sua obra que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera." Génesis 2:1-3.

Numa das minhas visitas pastorais a Bilbau (Espanha), um membro da igreja local quis falar-me da situação difícil que se vivia no seu lar. A sua esposa era católica fervorosa e tinha como diretor espiritual o pároco da igreja mais importante da cidade. Este clérigo inspirava nela uma atitude intransigente no que dizia respeito à fé do seu marido, o que tornava impossível a convivência pacífica na família. Então, ocorreu-me o seguinte:
- Diga à sua esposa que no próximo sábado me convide para almoçar e que convide também o seu diretor espiritual.
- Está a falar a sério, pastor? - perguntou o homem.
- Claro que sim - respondi com segurança.
Assim o fez e à volta da mesa encontrava-se o pároco, o casal e eu próprio. Então, lancei a seguinte pergunta:
- O que podemos nós, dois ministros do Evangelho, fazer para que este casal se dê bem?
O sacerdote esquivou-se à resposta imediata e depois, num determinado momento, fez-me a seguinte observação:
- Por que razão os Adventistas dão tanta importância à observância do Sábado? O importante é separar um dia na semana para nos encontrarmos com Deus e Lhe rendermos culto, não é verdade?
Tinha que lhe dar uma resposta convincente e assim, depois de refletir, recordei aquelas palavras que, em 1873, J. N. Andrews escreveu na sua History of the Sabbath (História do Sábado):

"A importância do Sábado como instituição comemorativa da Criação, consiste no facto de recordar sempre a verdadeira razão pela qual se deve ADORAR Deus - PORQUE  ELE  É  O  CRIADOR,  E  NÓS  SOMOS  AS  SUAS  CRIATURAS. (...) O verdadeiro motivo do culto divino - não apenas aquele que se tributa no 7º dia, mas de toda a adoração, reside na distinção existente entre o Criador e as Suas criaturas."
Ellen G. White, tornando clara esta ideia, diz: "Se o Sábado tivesse sido guardado universalmente, os pensamentos e afetos dos homens teriam sido dirigidos ao Criador como objecto de reverência e culto, e nunca teria havido um idólatra, um ateu, ou um infiel." - O Grande Conflito, p. 364, ed. P. SerVir.


O diretor espiritual da esposa do nosso irmão não replicou, a refeição terminou amigavelmente e houve paz naquela família.

Esta semana, dê ao Sábado o lugar que lhe pertence. Não se aproprie dele.

Carlos Puyol Buil in Meditações Matinais Mas há um Deus no Céu, P. SerVir, 23.02.2016. Conheça o autor em M. p. S., 26.12.2015.




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domingo, 21 de fevereiro de 2016

8 - A Coroa da Criação  (6º Dia da Criação)


"E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra." Génesis 1:26.

Já alguma vez se perguntou por que razão criou Deus o ser humano? Que propósito tinha na Sua mente ao criar estes seres à Sua imagem e semelhança? De acordo com a Bíblia, o homem foi criado para dar glória a Deus, não porque o Senhor o quisesse para formar um coro cósmico de louvor perpétuo. Na realidade, o ser humano contribui para a glória de Deus por ter sido planeado da maneira mais honrosa para usufruir de uma comunhão amorosa com o Pai celestial.
Após os primeiros cinco dias da semana da Criação, chegou a vez dos animais terrestres e do ser humano. O relato sagrado diz que cada um dos animais foi criado "segundo a sua espécie". Com efeito, o ensino que podemos extrair da expressão "segundo a sua espécie" é o princípio da diversidade e da multiplicidade dos seres vivos criados por Deus, à exceção do ser humano, como veremos mais adiante. Este princípio, reiterado no relato, é totalmente contrário ao postulado transformista da escala sucessória dos seres mais simples para os seres mais complexos, que constitui o fundamento da teoria da evolução, de forma que torna completamente incompatíveis a evolução e a Criação. Deus criou a vida já diversificada, não sujeita à macroevolução da transformação de uma espécie noutra.
Foi possível depois, e ainda ocorre, a microevolução, ou seja, as mutações menores, as mudanças e as adaptações dentro da própria espécie.
"Depois de a Terra, com a sua abundante vida animal e vegetal, ter vindo à existência, o homem, o clímax da obra do Criador, e aquele para quem a bela Terra tinha sido preparada, foi trazido à cena. Foi-lhe dado domínio sobre tudo o que os seus olhos podiam contemplar. (...) Aqui está claramente estabelecida a origem da raça humana. (...) Não há lugar para a hipótese de que o homem evoluiu, através de longos períodos de desenvolvimento, das formas inferiores da vida animal ou vegetal. Tal ensino rebaixa a grande obra do Criador, colocando-a ao nível das limitadas e terrenas conceções do homem." - Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, pp. 21 e 22, ed. P. SerVir. Adão foi criado a fim de se relacionar com Deus como uma Pessoa, para viver numa comunhão amorosa com Deus e seguir o Senhor como seu modelo de caráter, fonte de inspiração e de sabedoria.

O estimado leitor tem esta mesma oportunidade neste momento. Aproveite-a!

Carlos Puyol Buil in Meditações Matinais Mas há um Deus no Céu, P. SerVir, 21.02.2016. Conheça o autor em M. p. S., 26.12.2015.




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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

6 - A Terra Entra nos Céus do Sistema Solar  (4º Dia da Criação)


E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra. E assim foi." Génesis 1:14, 15.

Quantas vezes já observou um radioso entardecer ou uma luz resplandecente no firmamento? No meu caso, cada vez que o faço, evoco aquele momento em que Deus dava forma a este mundo.
O 4º dia dá início à segunda metade da semana da Criação. Há uma correspondência curiosa, não simplesmente literária, entre as duas metades dos seis dias da Criação:

No 1º dia, Deus criou a luz; no 4º dia, Deus criou os corpos celestes que iluminam a Terra.
No 2º dia, Deus criou a água e o ar; no 5º dia, os peixes e as aves.
No 3º dia, Deus fez aparecer o solo, a zona seca; no 6º dia, os animais terrestres e, entre eles, o Homem como o remate e a conclusão, não apenas desta segunda parte da obra criadora, mas também de toda a Criação. Que plano magnífico! Não lhe parece! Sim, a Criação é uma grande obra de desígnio, não o resultado de um acaso cego.

É o momento em que aparecem o Sol, a Lua e as estrelas. Poderia dar-se aqui à ordem divina um sentido mais débil: "Que apareçam os astros como luminares no firmamento dos céus", tomando-se como pressuposto que já existiam desde esse começo desconhecido quando Deus criou "os céus e a terra", mas que foi somente a partir do 4º dia que Deus ordenou que pudessem determinar os ciclos astronómicos do nosso sistema solar e iluminar a Terra ao ser dissipada a massa aquosa que a envolvia. Quer o Criador ensinar-nos que o desenvolvimento dos céus na sua relação com a Terra foi gradual como o do nosso Planeta? Talvez.
Em todo o caso, o relato não pretende espetacular acerca da relação dos astros que nos iluminam com o resto do Universo. A sua intenção é centrar todo o processo criativo na Terra, onde o homem viverá. E se se usa a expressão "fez os grandes luminares" é para mostrar que os astros, adorados como deuses pelos povos vizinhos, eram simplesmente criaturas de Deus ao serviço do homem.

Lembre-se de que, se Deus teve a capacidade para criar o Sol, a Lua e as estrelas, também tem poder para resolver qualquer tipo de problema que hoje lhe surja. Confie n'Ele!

Carlos Puyol Buil in Meditações Matinais Mas há um Deus no Céu, P. SerVir, 19.02.2016. Conheça o autor em M. p. S., 26.12.2015.




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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

4 - A Criação da Atmosfera  (2º Dia da Criação)


"E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã o dia segundo." Génesis 1:6-8.

A expansão aqui referida por Moisés designa a envoltura atmosférica do nosso Planeta. Se as águas de baixo são aquelas de que estão formados os mares, as águas de cima não podem ser mais do que as contidas nas nuvens. As nuvens não estão por cima da atmosfera, mas flutuam em geral por cima da camada da atmosfera onde se encontra o ar que respiramos. Podemos imaginar a obra desse dia do seguinte modo: a Terra estava rodeada de uma atmosfera espessa, pesada, sobrecarregada. Chegou o momento em que as substâncias gasosas de que estava saturada se depositaram em estado líquido ou sólido, de forma que o Planeta ficou rodeado dessa envoltura transparente e leve a que chamamos atmosfera, isto é a expansão. Por cima da camada mais próxima da Terra elevaram-se vapores, mais leves do que o ar, os quais se condensaram ao atingirem as regiões mais frias, formando a cobertura de nuvens que rodeiam o globo; estas são as águas de cima.
O oxigénio que respiramos em baixo, as nuvens e o vapor de água no meio, e a camada de ozono da atmosfera, em cima, para nos proteger das radiações solares. Assim foi determinado por Deus para tornar possível o equilíbrio e a regularidade do clima na Terra. Hoje, quando a atividade irresponsável da Humanidade está a debilitar ou a destruir essa camada de ozono, ocorrem mudanças climáticas que podem trazer-nos enormes catástrofes naturais, a desertificação de zonas importantes do Planeta, o degelo de uma parte dos polos, com o correspondente aumento do nível das águas marinhas e a inundação de muitas zonas costeiras. Deus fez bem as coisas no 2º dia, mas o homem está a estragá-las, alterando o equilíbrio original.

Mas há um Deus no Céu... quando os seres humanos parecem ter acabado com a Sua maravilhosa Criação, quando a contaminação cobre o céu e o mar. É a Sua misericórdia que nos permite viver e desfrutar dos espaços de felicidade que nos concede cada dia, apesar de tanta distorsão que a sobre-exploração trouxe ao Planeta.

Peça a Deus hoje que o ajude a contemplar o Seu amor através da Sua Criação.

Carlos Puyol Buil in Meditações Matinais Mas há um Deus no Céu, P. SerVir, 17.02.2016. Conheça o autor em M. p. S., 26.12.2015.




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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

2 - A Criação dos Céus e da Terra


"No princípio, criou Deus os céus e a terra." Génesis 1:1.

Este primeiro versículo é uma espécie de preâmbulo ou título do relato da semana em que Deus tornou possível a vida no planeta Terra: "No princípio, criou Deus ..." É a indicação de um feito positivo que abarca tudo o que se segue: Deus criou, produziu a matéria-prima e universal da qual foram formados os céus e a Terra. Deste modo nega-se, antes de mais, a existência independente desta matéria, a qual, em todos os sistemas cosmogónicos da Antiguidade, se considerava eternamente coexistente com a Divindade.
A palavra bereschith, no "princípio", ao contrário do que ocorre normalmente, não é, neste texto, seguida de um complemento, porque designa o começo absoluto, tal como em João 1:1. É o começo do tempo, e de todos os seres que se desenvolvem nele, os seres finitos. No que diz respeito ao verbo bara, "criou", este significa originalmente "cortar", e não implica, necessariamente, como a nossa palavra "criar", a ausência de uma matéria já existente. Quando, porém, este verbo designa uma ação exercida sobre uma matéria existente, utiliza-se outra forma verbal que tem como sujeito um ser humano e como complemento a própria matéria na qual se executa o trabalho; mas, na forma aqui empregue, tem sempre como sujeito Deus e como complemento a palavra que designa o resultado da ação cumprida. Utilizado em relação com a ideia do princípio absoluto, como ocorre no texto, a ação verbal de bara não pode significar outra coisa a não ser a própria formação inicial da matéria. Por último, a expressão "os céus e a terra" designa sempre, no Velho Testamento, o Universo na sua totalidade. Assim sendo, o primeiro texto da Escritura afirma categoricamente que Deus criou o Universo.

Hoje, no entanto, é demasiado fácil duvidar de que Deus tenha criado os céus e a Terra. É um facto que as pessoas raramente mencionam. Além disso, quanto maiores são as obras do ser humano menos se apreciam os prodígios divinos. Inclusivamente, por instantes, a desafiante retórica atual assemelha-se à dos construtores da Torre de Babel, os quais acreditaram que os seus avanços tecnológicos lhes possibilitavam contender com o Pai celestial.
Mas há um Deus nos Céus... mesmo quando o mundo nega o poder criador de Deus. Aí está Ele disposto a intervir na vida dos seres humanos quando estes pretendem desafiar a Sua autoridade, tal como aconteceu na construção da Torre de Babel.

Reconheça a autoridade divina na sua existência. Isso ajudá-lo-á a organizar a sua vida.

Carlos Puyol Buil in Meditações Matinais Mas há um Deus no Céu, P. SerVir, 15.02.2016. Conheça o autor em M. p. S., 26.12.2015.




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