sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A Melhor Solução de Deus Para a Paz e a Harmonia Mundial!
E o Homem Quer?...


   
Reconciliação - Abandonar Pecados             Justificação - Confessar Pecados              Santificação - Aceitar Cristo

"Quanto Mais o Mundo Puxa Para Baixo
Mais o Cristão Deve Colocar a Fasquia de Deus e a Sua Vontade Para Cima!"

Não é Deus, o Criador, que tem de Se adaptar à criatura! Mas, sim, nós - VOLTARMOS - para Ele!!!

S A N T I F I C A Ç Ã O

Santificação é dar glória a Deus, glorificá-Lo em nosso corpo, isto é, em nossa vida moral, em nosso viver diário, em nossa conduta social. Santificação é levar uma vida santa que esteja repleta do amor de Deus.

Em que consiste a beleza e o segredo da santidade? E qual é a relação entre a santificação, a justificação e a reconciliação? Paulo declara: "Não sois de vós mesmos; porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo."
A reconciliação de Deus no sacrifício de Cristo na cruz requer nosso coração, nossa vontade, nossa fé, a fim de que Ele possa conceder-nos a justificação. Entretanto, o propósito da justificação é a santificação! Deus nos salva a fim de restaurar em nós Sua imagem moral como era originalmente.



Cristo é indiviso. Ele não oferece perdão como um primeiro dom isolado. Ele Se oferece a Si mesmo, e não somente o perdão. Não somos chamados para concentrar nossa atenção no assunto da justificação ou da santificação, mas no Cristo vivente, em Seu incomparável amor e nos benefícios que Ele nos concede. Recebemos justificação ou santidade recebendo a Cristo (O Maior Discurso de Cristo, p. 23). Ele é nossa mensagem, nosso padrão, nosso exemplo, nossa salvação; e é o mesmo ontem, hoje e eternamente.
Em Levítico 11:44, disse o Senhor para o antigo Israel: "Sereis santos, porque Eu sou santo." E no Novo Testamento, Pedro escreveu para os cristãos: "Segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, como Eu sou santo." I S. Pedro 1:15 e 16. Como cristãos, adoramos e servimos ao Deus de Israel, de Isaque e de Abraão.
Servimos o mesmo Deus santo que no princípio criou o homem à Sua própria imagem santa, e que instituiu o Sábado para a comunhão do homem com Deus; o mesmo Deus santo que tirou Israel do Egito para lembrar-se de santificar o dia de Sábado; o mesmo Deus que deu a Israel a santa lei e o evangelho em figuras. A este Deus, Jesus chamou de Seu Pai e afirmou então: "Quem Me vê a Mim, vê o Pai." Jesus era reconhecido pelos demónios como "O Santo". Ele era santo. Não conheceu pecado, mas sabia tudo a respeito do amor, da compaixão, da abnegação e da perfeita obediência. Declarou: "Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai." S. João 15:10. Santidade e pecado são diametralmente opostos. Não há um terreno neutro entre eles. Se não somos santos, se não nos entregamos a Cristo e se não somos dominados por Ele, o maligno não tem dificuldades para entrar no coração e torná-lo perverso.
Ellen White afirma: "Sem ... santidade o coração humano é egoísta, pecaminoso e corrupto." - Testimonies, vol. 2, p. 455.

A santidade é o mais fundamental dos atributos de Deus. As escrituras tornam-na, portanto, o requisito inalienável e predominante de nossa adaptação à vida eterna. Lemos em Hebreus 12:14: "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor."
Certa vez, na rua, um homem interpelou o grande pregador Moody, dizendo:
- Porque recomenda que deixemos de fumar? A Bíblia não requer isso para a nossa salvação.
Moody pensou um pouco, e disse então:
- Está certo. Mas o último livro da Bíblia nos adverte de que jamais penetrará na Nova Jerusalém "coisa alguma contaminada" (Apocalipse 21:27).


Santidade ou Santificação NÃO É uma Opção!
Jesus prometeu: "Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus." S. Mateus 5:8.
A fim de levar uma vida santa, precisamos ter primeiro um coração santo, pois a "santidade de coração produzirá ações corretas" (Testimonies, vol. 2, 445). Também nos é declarado que a falta de espiritualidade e santidade conduz à prática de atos injustos, bem como a inveja, ódio, ciúme, ruins suspeitas e a todo o pecado detestável e abominável.

   

Davi, rei de Israel, descobriu que até mesmo os dirigentes da causa de Deus e exemplos do rebanho não são santificados - uma vez por todas. Ele sofreu uma grande queda moral que abrangeu o adultério, o assassínio premeditado e a ocultação de tudo isso. Mas Deus é santo, e revelou o que ocorrera. Em Sua misericórdia, Ele enviou o profeta Natã para despertar a consciência adormecida de Davi, o qual acordou com um sobressalto, e se arrependeu no pó e na cinza. Tão sincera foi a sua tristeza por esses pecados que ele fez uma confissão pública no salmo 51. Aprendemos aí que Davi implorou a Deus alguma coisa mais do que simplesmente o perdão: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da Tua presença, nem me retires o Teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da Tua salvação, e sustenta-me com um espírito voluntário." Salmo 51:10-12.

É necessário poder criador - o poder de Deus, para transformar o coração humano e para converter um pecador egocêntrico num santo! Constitui um milagre da graça, que o Santo Deus de Israel, o Criador do céu e da terra, Se deleite em habitar no coração arrependido, como se fosse um templo.
"Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita na eternidade, O qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e vivificar o coração dos contritos." Isaías 57:15.

Como Podemos Receber Então a Beleza da Santidade e Manter a Alegria da Santidade?
Santidade é mais do que não pecar, mais do que perdão, mais do que moralidade. Santidade é uma pessoa, a Pessoa de Deus, de Jesus Cristo e do Espírito Santo.

Qual é, portanto, o segredo da santidade? Ellen White dá-nos uma bela resposta: Aceitar a Cristo como Salvador pessoal e seguir o Seu exemplo de abnegação (Seventh-Day Adventist Bible Commentary ou SDABC, vol. 6, p. 1117). Que resposta simples! Mas, ao mesmo tempo, quão profunda e prática!
Isso é o evangelho em sua plenitude. Cristo jamais perdoou uma pessoa sem reivindicá-la como sendo Sua, para uma nova vida com Ele. Para os escribas e fariseus hipócritas que certa vez Lhe trouxeram uma mulher surpreendida em adultério, perguntando se deviam apedrejá-la de acordo com a ordem de Moisés, Jesus replicou:
"Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire a pedra." Quando todos eles já se haviam retirado, Cristo disse para a mulher soluçante: "Nem Eu tão pouco te condeno; vai, e não peques mais." S. João 8:11.
Isso é santidade em amor. Aceita a sincera contrição com amor perdoador, mas também restaura e habilita. Jesus concedeu àquela mulher justificação e santificação, perdão e poder, salvação e respeito próprio.
E. White declara que essa mulher arrependida tornou-se um dos mais firmes seguidores de Cristo, retribuindo-Lhe a perdoadora misericórdia com abnegado amor e devoção. "No erguimento dessa alma caída, operou Jesus um milagre maior do que na cura da mais grave enfermidade física; curou a moléstia espiritual que traz a morte eterna." - O Desejado de Todas as Nações, p. 347.

   

O GENUÍNO ARREPENDIMENTO OPERA UMA REFORMA

Em Jericó, Cristo deteve-Se sob uma figueira, olhou para o surpreso semblante de Zaqueu, o desprezado chefe dos cobradores de impostos, e disse: "Zaqueu, desce depressa, pois Me convém ficar hoje em tua casa." S. Lucas 19:5.
Enquanto a multidão murmurava, dizendo que Jesus Se hospedara na casa de um pecador, Zaqueu se arrependia de seus pecados e iniciava a reparação dos danos que causara ao povo.
Em seu amor e lealdade ao Mestre recém-encontrado, prontificou-se a fazer uma confissão pública de seu sincero arrependimento. Disse ele na presença da multidão: "Senhor, resolvo dar aos pobres a metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, restituo 4 vezes mais." S. Lucas 19:8. Jesus replicou: "Hoje houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão. Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido." S. Lucas 19:9 e 10.

A primeira reacção de Zaqueu diante do amor de Cristo foi manifestar compaixão a seus semelhantes que padeciam necessidade. Isso é santificação. Lemos em O Desejado de Todas as Nações, p. 413: "Não é genuíno nenhum arrependimento que não opere a reforma."
A justificação e a santificação acham-se tão inseparavelmente ligadas como os dedos e a mão. A fé que atua pelo amor é a plenitude do evangelho.
Perfeito amor é o significado dessa difícil palavra de Jesus em S. Mateus 5:48: "Portanto, sede vós perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste." Em seu próprio contexto está a chave para decifrar o segredo dessa ordem, que é ao mesmo tempo uma grandiosa promessa:
"Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o Seu Sol sobre maus e bons, e vir chuvas sobre justos e injustos. Porque se amardes os que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem os publicanos também o mesmo? E se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? Não fazem os gentios também o mesmo? Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste." S. Mateus 5:43-48.

Podeis ver como é nosso Pai celestial? Seu amor é imparcial: Ele ama tanto os bons como os maus.
Incompreensível? Sim, mas é verdade. Temos um Deus que causa surpresas! Seu nome é Maravilhoso! E o Pai quer ver Seu perfeito amor por nós refletido em todos os Seus filhos, não só futuramente, no Céu, mas AGORA, em meio das trevas de ódio e violência neste mundo! Ele nos convida a ser a luz do mundo, de modo que este veja novamente como é Deus. Devemos considerar todos os homens, até os que nos perseguem, como candidatos ao Céu.
O sentido final da ordem de Jesus em S. Mateus 5:48, não é portanto a justificação, mas a vida santificada, o carácter divino.
"Cumpre-nos ser centros de luz e bênção para o nosso pequeno círculo, da mesma maneira que Ele o é para o Universo. Nada temos de nós mesmos, mas a luz de Seu amor resplandece sobre nós, e devemos refletir-Lhe o fulgor. 'Bons na bondade que Ele nos empresta', podemos ser perfeitos em nossa esfera, da mesma maneira que Deus é perfeito na Sua." - O Maior Discurso de Cristo, pp. 68, 69.
Precisamos compreender que por nós mesmos não podemos romper com os nossos pecados. Não podemos salvar ou santificar a nós mesmos. Se, porém, escolhermos a Cristo como o legítimo Mestre de nossa vida quando Ele bate à porta de nosso coração, e se Lhe entregarmos as rédeas de nossa vida, estaremos imediatamente do lado vitorioso, pois Ele se manifestou "para destruir as obras do diabo" (I S. João 3:8). Disse Jesus: "Tende bom ânimo, Eu venci o mundo."

Muitos cristãos crêem em Cristo apenas como Salvador da culpa e como Alguém que quase só oferece perdão. Há bem pouca alegria, poder e vitória em sua vida. Temos, no entanto, de vencer. Ou seremos vencidos! Cristo passou pelo caminho que nos compete percorrer. Não há outra maneira de vencermos o próprio eu, o mundo e o diabo, do que a maneira pela qual Cristo venceu todas as tentações. Mas Ele o fez por nós, tanto como nosso Representante como nosso Exemplo. Jesus confiou na sabedoria e no poder de Seu Pai. Não consentiu com o pecado nem por um só pensamento, porque foi habilitado para a batalha, pela presença do Espírito Santo em Seu íntimo. E o fato fundamental é que podemos vencer, porque Ele venceu.

Sua vitória poderá ser nossa, se a reclamarmos em Seu nome. O que necessitamos acima de tudo é unir-nos a Ele pela fé. "Enquanto a Ele estivermos ligados pela fé, o pecado não mais terá domínio sobre nós. Deus nos toma a mão da fé, e a leva a apoderar-se firmemente da divindade de Cristo, a fim de atingirmos a perfeição de carácter." - O Desejado de Todas as Nações, p. 87.


   

Só poderemos ser vitoriosos se permanecermos unidos a Cristo como o ramo está ligado à videira. Então até mesmo os sofrimentos por amor a Cristo serão agradáveis.
Como isso pode ocorrer em nossa vida? Qual é nossa parte na santificação? Ela é efetuada unicamente pela fé, ou pela fé e as obras? Jesus responde em S. João 15: "Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em vós. ...Porque sem Mim nada podeis fazer. ...Se permanecerdes em Mim e as Minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado Meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis Meus discípulos". Vs. 4, 5, 7 e 8.

Permanecemos em Cristo da mesma maneira como nos unimos a Ele no princípio: pela fé - fé viva e genuína que se apodera de Cristo.
Paulo diz em Gálatas 5:6 que a fé atua pelo amor. Semelhante fé não precisa ser completada pelas obras porque já está operando. Fé genuína jamais é simples crença, mas sempre uma fé que atua e que se manifesta por meio de arrependimento e de obediência a Deus. Nossa parte consiste em exercer semelhante fé! Como? Pensemos neste conselho:
"Coisa alguma é aparentemente mais desamparada, e na realidade mais invencível, do que a alma que sente o seu nada, e confia inteiramente nos méritos do Salvador. Pela oração, pelo estudo de Sua Palavra, pela fé em Sua constante presença, a mais fraca das criaturas humanas pode viver em contacto com o Cristo vivo, e Ele a segurará com mão que nunca a soltará." - A Ciência do Bom Viver, p. 182.
Esta é a prerrogativa da vida cristã: abrir diariamente o coração a Cristo, até ficarmos repletos dEle e do Espírito Santo!

Notai como o apóstolo Paulo passa imediatamente da justificação para a santificação, ao escrever em Gálatas 2: "Nós temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo. ... Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim." Vs. 16, 19 e 20.
Viver esta vida de fé em Cristo é o privilégio de todos nós, mesmo dos mais fracos. Aqui não há motivo para sentimentos e santidade em nós mesmos, ou para sentimentos de confiança própria. Com efeito, precisamos ser salvos principalmente de nós mesmos, para que Cristo e Seu Espírito brilhem com mais clareza. Os que pertencem a Cristo crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências (Gálatas 5:22-24).
Quando Cristo Se torna nosso Senhor e Mestre, a luta contra o próprio eu apenas começou. O velho homem é crucificado legalmente na histórica cruz de Cristo e declarado morto, mas na realidade empírica nosso velho eu ainda está vivo... Por isso, somos exortados a manter a velha natureza subjugada pelo poder do Senhor (Efésios 6:10) "Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões." Romanos 6:12; cp. Colossences 3:3 e 5.
Todo cristão tem de aprender a reprimir suas paixões e a agir movido por princípios. A menos que o faça, não é digno do nome de Cristão.

Nem todos têm exatamente a mesma luta renhida contra o próprio eu, segundo se evidencia nesta citação: "Embora alguns sejam constantemente apoquentados, afligidos e perturbados por causa de seus desditosos traços de caráter, tendo de batalhar contra inimigos internos e contra a corrupção de sua natureza, outros não têm de batalhar contra metade de tudo isso." - Testimonies, vol. 2, p. 74.
Com os apóstolos, cremos, porém, na habilitação de Cristo em nosso íntimo, livrando-nos de cair: "Aquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da Sua glória." S. Judas 24.

Cremos na vitória! Cremos que Cristo vencerá! Satanás já é um inimigo derrotado. Mas cremos também que nossa vontade não pode por si mesma fazer isso. Cristo não efetua o combate em nós se não realizarmos a nossa parte. A Escritura nos admoesta em Filipenses 2:12 e 13: "Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade."
Paulo fala aí a crentes redimidos que já tinham sido salvos. Evidentemente, porém, ele não acredita no rifão popular: "Uma vez salvo, salvo para sempre." Exorta-nos a desenvolver diligentemente nossa futura salvação, mas no temor do Senhor. Porquê? Porque o nosso coração carnal disputa constantemente a supremacia. Nem por um instante podemos estar desprevenidos.
"Não há um impulso de nossa natureza, nem uma faculdade do espírito ou inclinação do coração, que não necessite de achar-se a todo instante sob a direção do Espírito de Deus." - Patriarcas e Profetas, p. 441.
É por isso que o apóstolo Paulo morria diariamente. "Sua vontade e seus desejos lutavam cada dia com o dever e a vontade de Deus." - A Ciência do Bom Viver, p. 452. Em vez de seguir, porém, as inclinações de seu coração, ele fazia a vontade de Deus. Todos temos de empenhar-nos nesta batalha. Ninguém pode pelejar em nosso lugar. Satanás é um inimigo poderoso. Temos, porém, um General onipotente: o Príncipe Emanuel. Talvez percamos uma batalha, mas ganhamos a guerra. Esta é a promessa das grandiosas profecias apocalípticas. Na vida santificada experimentamos um estranho dualismo em nosso coração, porque o crente renascido possui duas naturezas. Com Paulo, exclama cada dia: "Desventurado homem que sou!" Mas simultaneamente, confessa com fé: "Graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor." Romanos 7:24 e 25.
   

A MENSAGEM DE TIAGO 2

Os que se entusiasmam com a justificação pela fé, mas afirmam que o slogan: "Sola fide" da Reforma, - "unicamente pela fé" -, denota uma fé no que é abstrato, uma fé por si mesma, não compreendem os reformadores nem o apóstolo Paulo. Deus nos deu a preciosa epístola de S. Tiago, o irmão de Jesus, para livrar-nos de uma interpretação unilateral da justificação pela fé.

"Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém vos disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? ... Assim também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. ... Não foi por obras que o nosso pai Abraão foi justificado, quando ofereceu sobre o altar o próprio filho, Isaque? Veem como a fé operava juntamente com as suas obras? Com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou, e se cumpriu a Escritura, a qual diz: Ora, Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça; e: Foi chamado amigo de Deus. Verificais que uma pessoa é justificada por obras, e não por fé somente. De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho? Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta". S. Tiago 2:14, 17 e 21-26.
A fé que não atua pelo amor é morta; é "nada" (I Coríntios 13:2). A fé que somente reconhece a verdade intelectualmente, é a que até os demónios têm, e não constitui uma boa recomendação.

Tiago se preocupa com a verdadeira natureza da fé: sua natureza religiosa - com uma fé que mantém viva ligação com Deus. A fé que não atua pelo amor não merece receber esse nome.
Se o nosso conceito da justificação pela fé, ou sola fide, não se harmoniza com S. Tiago 2:24, violamos as Escrituras!
Ellen White comenta o seguinte sobre S. Tiago 2: "A pretensa fé que não atua pelo amor e não purifica a alma, não justificará a pessoa alguma." - SDABC, vol. 7, p. 936.
"Para que o homem conserve essa justificação, tem de haver obediência contínua, mediante ativa e viva fé que opera por amor e purifica a alma." - Mensagens Escolhidas, Livro 1, p. 366.
"A fim de que o homem seja justificado pela fé, esta tem de chegar ao ponto em que controle as afeições e impulsos do coração; e é pela obediência que a própria fé se aperfeiçoa." - Ibidem.

Essa era também a convicção de Calvino. Este grande reformador escreveu em sua obra Institutes of the Christian Religion:
"Não imaginamos uma fé destituída de boas obras nem uma justificação que subsista sem elas. ... Por que, então, somos justificados pela fé? Porque pela fé nos apoderamos da justiça de Cristo, pela qual, unicamente, somos reconciliados com Deus. Mas não é possível apoderar-se dela sem apoderar-se ao mesmo tempo da santificação. Pois Ele, (Cristo), 'Se nos tornou ... sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção' (I Coríntios 1:30). Cristo não justifica, portanto, a pessoa alguma que ao mesmo tempo não seja santificada por Ele. Tais benefícios são ligados por um vínculo eterno e indissolúvel, de modo que Ele redime os que ilumina com Sua sabedoria; justifica os que são por Ele redimidos; e santifica aqueles a quem justifica." - Vol. III, p. 161.

   

A GLÓRIA CRESCENTE

Por que o semblante de tantos cristãos é destituído da glória de Deus, e porque eles levam uma vida tão infeliz, medíocre e inferior? É assim que tudo começou e terminará? Não!

Tudo findará como começou: em glória, em genuíno poder, glória e muito regozijo. Lemos em Apocalipse 18:1 que mais uma vez um poderoso anjo descerá do Céu à Terra para unir seu poder ao dos 3 Anjos de Apocalipse 14. A profecia descreve esse acontecimento dizendo que toda a Terra se iluminou com o seu esplendor!
Esse é o futuro da Mensagem do Advento! Marchamos para o esplendor! Como podemos apressar esse dia? O apóstolo Paulo nos mostrou o caminho em II Coríntios 3:18: "Todos nós, de rosto descoberto, somos um reflexo da glória do Senhor. Transformamo-nos assim numa imagem dEle, com um brilho cada vez maior, porque é o Espírito do Senhor que faz isto."

Paulo compara o glorioso semblante do Cristão com o rosto de Moisés, que resplandecia quando ele desceu do monte. Moisés não o soube por si mesmo, mas a glória desceu sobre ele por haver estado com o Senhor 40 dias e 40 noites. Vira a glória do Senhor, segundo o pedido que fizera a Deus: "Rogo-Te que me mostres a Tua glória." E Deus concedeu-lhe o que pedira de acordo com a sua fé. Quando os israelitas viram o deslumbrante fulgor de Deus no rosto de Moisés, "temeram chegar-se a ele." (Êxodo 34:30). Moisés não pôde compreender isso, pois viera trazer-lhes uma agradabilíssima nova...
Porque eles temeram essa glória de Deus ou de Moisés - a glória da graça divina? Porque ainda sentiam a culpa do pecado. E a culpa produz medo! Se estivessem em harmonia com Deus, o brilho no rosto de Moisés, "tê-los-ia enchido de alegria" (Patriarcas e Profetas, 339). "Na Tua presença há plenitude de alegria." Salmo 16:11. Eles pediram que Moisés colocasse um véu sobre o rosto! Que reação vergonhosa! O homem pecaminoso que transgride a lei de Deus quer permanecer inalterado...

Em Cristo tem aparecido maior glória do que a de Moisés e a da Lei de Deus. Temos contemplado Sua glória, declaram os apóstolos. Mas desejamos nós realmente ver a Jesus e contemplar-Lhe a glória? Semelhante santidade aterrorizará nosso coração pecaminoso...
Mas aqueles que dia a dia O contemplam persistentemente, sem encobrir as Escrituras, serão transformados à Sua semelhança!
E ao contrário da glória no rosto de Moisés, cujo esplendor diminuiu gradualmente, o Cristão que contempla diariamente a face de seu Mestre obterá Crescente Glória!

Isso é andar com Deus como Enoque com Ele andou. Essa é a experiência dos 144.000 de Apocalipse 14.

É  O  QUE  NECESSITAMOS  AGORA!


Texto de Hans K. LaRondelle, Professor de Teologia na Universidade Andrews in O Ministério Adventista, Março-Abril de 1978, Casa Publicadora Brasileira.

TEU SANTO NOME
Adoradores

Todo o ser que vive, Louve o nome do Senhor  - Sl 150. Toda a criatura se derrame aos Seus pés  - Sl 62:8.
Ao som da Sua voz, o Universo se desfaz  - Sl 29. Não há outro nome comparado ao Grande Eu Sou  - Êx 3:14, 1 Sam 2:2.


E mesmo sendo pó  - Sl 104:29, com tudo que há em mim, confessarei  - Fp 2:11:
Que céus e terra passarão  - Lc 21:33, mas o Teu nome é Eterno  - Sl 45:17.
Coro:
Todo o joelho dobrará ao ouvir Teu nome  - Rm 14:11, Teu Santo nome  - Sl 105:3.
Todo o ser confessará: Louvado seja o Teu nome  - Sl 34:1, Teu Santo nome!

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

CÉREBRO, CORAÇÃO, OSSOS, ...

A Saúde de Todo o Organismo Depende do Estilo de Vida



HOMEM COM VIDA

Há tanto tempo que o procuravam que muitas pessoas tinham já desistido de o encontrar. Tinham procurado em todos os lugares sem sucesso. Então, em 1911, em Sussex, na Inglaterra, os Antropólogos encontraram finalmente as ossadas. Eles estavam convencidos que aquilo era exactamente o que andavam à procura - o elo que faltava para fazer a ligação do homem com o macaco. Chamaram-lhe o homem de Piltdown.
Que decepção! No ano de 1950 a verdade veio ao de cima! O homem de Piltdown era um elaborado embuste criado por brincalhões. Tinha o crânio de um ser humano, os maxilares de um macaco e algumas partes das presas de elefantes do norte de África. Afinal, não se tratava do tal elo de ligação!
Um livro recente de antropologia refere-se ao homem como sendo o "macaco nu". Embora possa haver algumas semelhanças com os macacos, o homem não é um macaco. Ele nunca foi um macaco. O Homo Sapiens é uma única espécie de um só género. O homem foi formado como um acto da Criação, o coroar da Criação de Deus. Ele é a epítome da obra das mãos de Deus. O mesmo cérebro que em tempos idos dominou o fogo e aprendeu a utilizar os instrumentos e armas, hoje maneja as equações da fusão nuclear, os cálculos astronómicos e a tecnologia dos computadores. O homem compreende e ama a música, a literatura e a ciência. Ele tem em alta estima a sua religião e cultura, o governo, a sociedade e o lar.
Deus fez o homem à Sua própria imagem, e prometeu-lhe o domínio sobre o mar e a terra. O homem tem reclamado esse domínio, e produzido uma civilização tão maravilhosa quanto complexa. A Criação e a Evolução são incompatíveis. Deus criou a raça humana perfeita. A Bíblia diz:

          "E viu Deus tudo quanto tinha feito e eis que era muito bom." Génesis 1:31

O corpo humano é a mais complexa peça de maquinaria do mundo. Podemos compreender a exclamação do Salmista quando disse:

          "Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras; e a minha alma o sabe muito bem." Salmos 139:14

De todos os seres vivos, somente a humanidade conseguiu, através do poder do pensamento, alcançar a escrita, a literatura, a ciência e a profunda busca da alma. Somente o homem possui os poderes da reflexão e da introspecção. Vivemos num Universo tão vasto que os seus limites são desconhecidos. Debaixo de biliões de estrelas e planetas, unicamente o homem estuda astronomia.
Os animais vivem no mesmo mundo físico que nós. Respiram o mesmo ar, bebem a mesma água, comem alimentos similares, estão sujeitos à mesma lei da gravidade, temperatura, atmosfera e radiação solar. Mas, num mundo de mais de cem elementos, somente o homem estuda a química. E num mundo de cor e beleza, só o homem é artístico. Num imenso mundo cheio de mistérios complicados, somente o homem é o inventor. Num mundo de sons e barulhos, o homem é o único na sua maneira de comunicar. Num mundo de números e cálculos, somente o homem é o matemático. Num mundo manchado pelo pecado, somente o homem é religioso.

O cérebro do homem coloca-o à parte dos outros animais. Ocupando a totalidade do topo da cabeça humana encontra-se aquela massa gelatinosa e enrugada com o peso aproximado de 1,5 kg. Ele representa um sistema de arquivo para milhões de bits de informação. É um centro de linguagem que classifica e arranja muitos milhares de palavras numa quase infinita variedade de combinações. É um constante monitor de um fluxo de impressões sensoriais vindas do mundo exterior. É um gerador de emoções e impulsos humanos. Ele é o operador de funções vitais como a respiração, o ritmo cardíaco e o movimento muscular.
Milhões de correntes eléctricas, tão ínfimas que a soma de todas elas não poderia iluminar uma vulgar lâmpada, estão num lampejo indo e vindo realizando milagres constantes. Embora falemos da perícia das talentosas mãos do cirurgião, sabemos que o talento está no cérebro. Podemos falar do soldado como tendo um coração corajoso, mas essa bravura está no cérebro. Podemos falar de uma pessoa como possuindo uma mente intelectual, mas nesse caso sabemos que esse conhecimento está no cérebro.
Por vezes, as pessoas criticam a Bíblia por sugerir que o coração do homem necessita de mudança, e por referir o coração como a sede das emoções. A Bíblia utiliza a mesma linguagem de emoções que nós utilizamos hoje. Nunca se ouviu falar de um apaixonado enviar à sua querida uma fotografia do seu cérebro no dia de S. Valentim. Nem ele alguma vez lhe diria: "Amo-te de todo o meu cérebro."

Por vezes interrogamo-nos se os bens fabricados que compramos, poderiam ser feitos de modo a durarem mais. Parece que chegámos a uma situação em que as coisas são projectadas para se avariarem depois de um certo número de horas de operação, de maneira a que tenhamos que adquirir novos artigos.

Este não foi o modo como Deus projectou a humanidade. O nosso corpo foi idealizado para viver eternamente. Seis mil anos passaram desde que Deus criou a raça humana, e durante este tempo o homem tem feito tudo o que está ao seu alcance para destruir o fantástico corpo que Deus criou. Ele tem maltratado o seu corpo com uma dieta deficiente, drogas tóxicas, maus hábitos, falta de exercício e de repouso. Mas, mesmo depois de seis mil anos de pecado, o homem é ainda a mais maravilhosa peça de engenharia que alguma vez foi concebida. Nenhum equipamento electrónico, nenhuma máquina, foguetão ou satélite podem ser comparados com o corpo humano. Ele é mais sofisticado e complicado do que qualquer um dos animais.
Automóveis, computadores e robots são por vezes romanticamente considerados como tendo vida. Mas eles não se reparam a si próprios, ou crescem ou reproduzem. O carro mais caro do mundo não se restaura das arranhadelas como o corpo humano.

Está Deus interessado na nossa saúde física? Importa-se Ele se nós temos cuidado do corpo que Ele criou para nós? Ele prometeu que se nós Lhe obedecermos, Ele nos guardará. Alguns pensam que cuidar do seu corpo não tem nada a ver com a religião. Deus disse ao Seu povo nos tempos do Velho Testamento:

          "E disse: se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus, e obrares o que é recto diante dos Seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos Seus mandamentos e guardares todos os Seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egipto; porque Eu sou o Senhor que te sara." Êxodo 15:26

(clique nas imagens para ler melhor)

A Nossa Alimentação Tem Muito A Ver Com A Nossa Religião! Deus Diz:

          "Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus." I Coríntios 10:31

O sexto mandamento diz: "Não matarás." A maioria das pessoas concorda que isto inclui o suicídio. Mas a maioria dos cristãos tem a ideia errada que só se trata de suicídio quando ele acontece subitamente. Se ele for acontecendo aos poucos e poucos, parece não ter importância.
Notemos o que Paulo disse à igreja de Coríntios:

          "Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?" 1 Coríntios 6:19

No 3º capítulo do mesmo livro, ele pronuncia a mesma verdade numa linguagem ainda mais forte:

          "Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo." I Coríntios 3:16-17

A saúde, tal como o tempo, é um assunto sobre o qual muitas pessoas falam mas que pouco fazem. Contudo deve ser considerada muito importante. O governo dos Estados Unidos gasta cerca de 100 biliões de dólares por ano, tentando restaurá-la e mantê-la. A saúde é aquilo que as pessoas mais desejam no mundo. É um assunto de extrema prioridade. A nossa saúde é importante para Deus também. O Criador que nos fez deve saber o que é melhor para nós. Ele dá-nos algumas regras na Bíblia para cuidarmos do nosso corpo.
Quando Deus criou um mundo maravilhoso e perfeito, e colocou os primeiros pais nele, Ele especificou o tipo de alimentação que tinha ordenado para a família humana.

          "E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto de árvore que dá semente, ser-vos-á para mantimento." Génesis 1:29

Esta é a alimentação perfeita para a manutenção da saúde. A alimentação original dada por Deus era uma alimentação vegetariana. O Deus que tinha criado o corpo sabia quais os elementos necessários para mantê-lo forte. Quem questionaria o Criador acerca da Sua sabedoria sobre o corpo que Ele criara?

Henry Ford, projectou os primeiros automóveis e ninguém sabia melhor do que ele como cuidar deles. Quando adquirimos um novo automóvel, encontramos um manual do fabricante no porta-luvas. O fabricante recomenda um certo tipo de combustível. Podemos argumentar: "O carro é meu, comprei-o e paguei-o, por isso posso usar o tipo de combustível que eu quiser." Testemunhei um engano numa bomba de gasolina. O empregado da bomba colocou gasolina normal no depósito de um Volkswagen Diesel. Os resultados foram desastrosos.

Quando Deus afirmou que os frutos, as nozes e os grãos eram a melhor alimentação para as Suas criaturas, Ele sabia o que estava a dizer. Mais tarde, foram adicionados os vegetais, depois da entrada do pecado, e os quatro grandes pilares-base de uma alimentação perfeita foram fixados.

(clique nas imagens para ler melhor)

E o que dizer dos alimentos cárneos? Eles não foram incluídos na alimentação original da humanidade. Como não havia morte nos planos de Deus, não poderia haver carne de animais na alimentação do homem. Somente depois do Dilúvio é que Deus permitiu o uso de certos animais limpos como alimento. Um estudo do livro de Génesis revela uma mudança na duração da vida humana depois do homem começar a comer carne de animais. Antes do Dilúvio, as pessoas viviam tanto como 900 anos.
Estudos recentes demonstram que o corpo humano vive melhor com uma alimentação vegetariana do que com uma alimentação que inclua carne, e que os vegetarianos vivem mais do que os não-vegetarianos.

*** Muitos cristãos acreditam que as regras de saúde dadas no Antigo Testamento foram abolidas por Cristo. No Antigo Testamento, encontramos 4 categorias básicas de leis. A lei Moral - os Dez Mandamentos, foi escrita em pedra, e pelo próprio Deus, para demonstrar que é eterna. As leis Cerimoniais, relacionadas com o santuário do Antigo Testamento e o seu sistema de sacrifícios, eram uma 'sombra das coisas que haviam de vir", apontando para Cristo. As leis Civis que faziam parte do funcionamento daquele povo. E o que dizer das leis de Saúde?
"Elas eram para os judeus", alguém me disse recentemente. "Que tipo de corpo é que um judeu tem?" perguntei. Tenho feito muitas viagens a Israel, e tenho muitos amigos judeus. Tenho reparado que eles têm o mesmo tipo de corpo que todas as pessoas. As mesmas coisas que seriam venenosas para eles sê-lo-iam também para mim. Os mesmos alimentos que são prejudiciais a eles são prejudiciais para todos.
Deus especificou certos animais que não eram próprios para comer. Ele dá-nos uma lista no capítulo 11 de Levítico. Entre as três categorias de animais utilizados para alimento, animais, peixes e aves, é-nos dito quais podem ser utilizados e é-nos feito o aviso acerca do perigo daqueles que são apelidados de impuros.

"Tudo o que tem unhas fendidas, e a fenda das unhas divide em duas, e remói, entre os animais, aquilo comereis. Destes, porém, não comereis, dos que remoem ou dos que têm unhas fendidas: o camelo, que remói mas não tem unhas fendidas, este vos será imundo. E o coelho, porque remói, mas não tem as unhas fendidas, este vos será imundo. E a lebre porque remói mas não tem as unhas fendidas, esta vos será imunda; também o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas divide em duas, mas não remói, este vos será imundo. Da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver; estes vos serão imundos.
"Isto comereis de tudo o que há nas águas: tudo o que tem barbatanas e escamas, nas águas, nos mares e nos rios, aquilo comereis. Mas tudo o que não tem barbatanas nem escamas, nos mares e nos rios, todo o réptil das águas, e toda a alma vivente que há nas aguas, estes serão para vós abominação." Levítico 11:3-10

Nos tempos bíblicos, o povo de Deus refreava-se de comer carnes impuras com base nos mandamentos de Deus. Eles não comiam porque Deus assim tinha dito. Vivendo no séc. XX (XXI) como nós vivemos, temos uma razão adicional. Não somente temos a Palavra de Deus a dizer-nos que certos alimentos são impuros, como também evidências científicas que a confirmam. Eis aqui uma declaração interessante que tenho já há bastante tempo. Encontrei-a no Filadélfia Daily News, em 1957.

"Porcos são porcos e o Presidente da Câmara Dilworth está interessado porque eles comem 150.000 toneladas de lixo por ano. É por isso que a legislação está a pedir que mantenhamos o preço do porco alto. Desse modo, podemos estar seguros que a cidade não terá problemas em se ver livre do seu lixo."

Existe uma verdadeira recolha humana de lixo. Os porcos comem o lixo e as pessoas comem os porcos.

Quando Deus disse a Moisés que o porco é um porco ("porcaria..." E.E.), Moisés não tinha conhecimento de toda a evidência científica que nós temos hoje à nossa disposição. O Dr. O. S. Parrot fez um estudo extensivo do porco. Aqui estão as suas palavras:

"A infecção de triquina nos Estados Unidos encontra-se em 25% de todos os adultos. Dois médicos, MacNaught e Anderson, fizeram uma autópsia retirando os músculos do diafragma de 100 corpos e eles encontraram 23 desses corpos infectados com triquina viva. Depois examinaram outros 100 corpos e encontraram 25 casos positivos de triquina. E nenhuma destas duzentas pessoas alguma vez se queixou ou sabiam que estavam doentes."

As salsichas dos melhores mercados nos Estados Unidos foram submetidas a um teste e foi descoberto que em cada 5 salsichas, uma tinha triquina viva.
Numa pequena cidade do Colorado, o Governo confiscou salsichas com triquina viva de um certo mercado depois de uma família inteira ficar bastante doente. Uma jovem, de 18 anos, ficou tão doente que teve de ser levada para o hospital por causa de uma grande quantidade de triquina no diafragma. Teve de ser colocada numa câmara para se manter viva. No princípio, a família pensou estar a sofrer de gripe ou de algumas dores musculares devido a constipações. Mas ao retirarem um pedaço do músculo do ombro da jovem descobriram estar cheia de triquina viva.

Há uns anos, a revista Selecções do Reader's Digest publicou um artigo intitulado, "Deve o Nosso Porco Permanecer InSeguro?" Aqui estão algumas das declarações desse artigo:

"Uma simples dose de porco infectado - mesmo uma simples garfada, pode matar e incapacitar ou condenar a vítima a uma vida de sofrimento e de dores. Para esta doença, a triquinose, não existe cura. Sem medicamentos, os vermes podem espalhar-se através dos tecidos musculares de todo o sistema humano.

"Os médicos têm confundido a triquinose com cerca de 50 doenças que vão desde a febre tifóide ao alcoolismo agudo. Aquela dor no seu braço ou perna pode ser artrite ou reumatismo, mas também pode ser triquinose; aquela dor nas suas costas pode significar um envolvimento da vesícula biliar, mas também pode significar triquinose." Reader's Digest, Março de 1950

Quando Deus proibiu certos alimentos do mar, Ele tinha razões para fazê-lo. A ciência médica moderna descobriu algumas das razões. Na revista Prevenção de 1972, vemos a Bíblia vindicada pelo estudo científico.

"Porque são os mariscos tão perigosos? Porque eles estão muitas vezes mais poluídos que as águas sujas onde habitam. Infelizmente, eles escolhem viver, amar e multiplicar-se em estuários ao longo das regiões costeiras. Estes estuários estão particularmente sujeitos a descarga de esgotos, aos afluentes de esgotos e outros poluidores da água. O aspecto poluído do habitat é um perigo. O facto de que os bivalves são filtros alimentadores, aumenta o perigo. Nas ostras, por exemplo, por causa da sua maneira de obter e absorver comida, descobriu-se terem concentrado o vírus da pólio 20 a 60 vezes mais do que o nível das águas à sua volta. Nenhuma outra comida animal oferecida no menu do seu restaurante favorito ser-lhe-ia servido juntamente com as suas fezes. No entanto, é este o caso dos mariscos. Eles são servidos totalmente, completos com o seu trato intestinal."



"Uma das carnes mais suculentas e saborosas é a carne de porco. Milhões de pessoas a consomem todos os dias.
Mas você sabia que mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do mundo não comem esse tipo de carne?
Por que razão judeus, muçulmanos e adventistas não comem esse tipo de alimento? Assista esse vídeo e descubra!"
Está Escrito Adoração

*** Numa emissão religiosa recente, ouvi um pregador declarar que Deus tinha purificado os animais impuros, e especialmente o porco, como foi revelado a Pedro no capítulo 10 do livro de Actos. Se Deus purificou o porco, Ele não fez um trabalho muito bom, porque ele continua ainda a ser um porco. Apenas tirando, única e completamente Actos 10 do seu contexto, podemos chegar à conclusão que a mensagem de Deus para Pedro tenha alguma coisa a ver com a alimentação.
Pedro teve um sonho no qual um recipiente que parecia um lençol atado aos quatro cantos da Terra, descia do Céu, cheio de animais, aves e répteis. Uma voz disse: "Levanta-te Pedro, mata e come." Actos 10:13

Pedro recusou porque os animais eram impuros. Por três vezes se repetiu a cena.
Enquanto Pedro estava a questionar o que significava a visão, dois homens bateram à porta. Tinham sido enviados de Cesareia por um homem chamado Cornélio. Como Cornélio era um gentio, Pedro teria evitado qualquer comunicação com ele, mas a visão que recebera era uma lição objectiva para convencê-lo de que ele devia partilhar a mensagem do evangelho com Cornélio.
Compreendeu Pedro que a visão tinha alguma coisa a ver com a alimentação? Falando mais tarde acerca da visão, disse:

          "E disse-lhes: Vós bem sabeis que não é lícito a um varão judeu ajuntar-se ou chegar-se a estrangeiros; mas Deus mostrou-me que a nenhum homem chame comum ou imundo." Actos 10:28

Deus não lhe mostrou que ele não deveria chamar a nenhum porco comum ou impuro. A visão não foi dada para corrigir a sua alimentação. Ela foi para lhe mostrar que Deus não faz acepção de pessoas. Tivesse a visão sido dada para lhe mostrar que Deus tinha purificado o porco, ele teria então dito: "Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de porcos." Esta não foi a compreensão que Pedro teve da lição que Deus lhe ensinou.

          "E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas." Actos 10:34

Crendo que a Bíblia é toda inspirada, custa, mas temos de dizer que quando, no tempo do fim do mundo, os ímpios forem destruídos, aqueles que insistem em comer porcos e ratos, são incluídos na lista dos pecadores destruídos pelo fogo do inferno.

          "Essas pessoas que adoram falsos deuses escondidas em jardins, e além disso comem carne de porco e de rato, e outras comidas proibidas - serão completamente destruídas, promete o Senhor." Isaías 66:17, A Bíblia Viva


Quando Deus fala acerca de tomarmos cuidado com o nosso corpo, baseia os Seus ensinos em princípios latos. É claro que a Bíblia não menciona nada sobre fumar cigarros ou charutos. Nós conhecemos os perigos do fumo, e não existe nenhuma dúvida que ele destrói o "templo" que Deus nos deu. Fumar é uma forma lenta de suicídio.
Somos advertidos na Palavra de Deus acerca do perigo das bebidas alcoólicas.
Deus diz:

          "O vinho é escarnecedor, e a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio" Provérbios 20:1

A evidência científica tem confirmado os avisos da Bíblia acerca das bebidas fortes. O álcool é um veneno. Cada trago de qualquer bebida alcoólica destrói preciosas células cerebrais. Uma vez destruídas, elas nunca mais podem ser repostas. No meu caso, como não tenho mais células cerebrais do que aquelas que preciso, recuso-me a destruir as que tenho. Algumas pessoas ficam surpreendidas quando lhes digo que nunca provei uma gota de qualquer bebida alcoólica. Nem tenho nenhuma intenção de vir a provar. Conheço demasiadas vidas e lares destroçados por causa do álcool. Através dos anos, tenho-me tornado um aceso inimigo do uso de bebidas alcoólicas. Por vezes, os meus amigos sentem pena de mim quando, por altura do Natal ou do Ano Novo, não me junto a eles para tomar alguma bebida espirituosa. Só que, na manhã seguinte, sou eu que sinto pena deles ao vê-los num estado miserável, a curarem-se das ressacas.

Deus não força ninguém a fazer o que está certo. Se, depois de ter lido na Sua Palavra e de ter visto a evidência científica, insistir em beber veneno alcoólico, Ele não irá enviar um anjo para lhe arrancar o copo da mão. Se, apesar de todos os avisos que a moderna pesquisa médica tem feito, insistir em fumar, Deus não irá enviar um anjo para fazer explodir o seu cigarro. Se, apesar do conhecimento dos perigos de uma alimentação excessiva, continuar a insistir em comer mais do que o seu organismo precisa, Deus não irá enviar um anjo para afastar a sua cadeira da mesa.
É importante que nos lembremos que Cristo não veio para restringir as nossas liberdades, como alguns supõem, mas antes para nos apresentar uma vida mais rica n'Ele. Ele diz-nos:

          "Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância."
João 10:10


O que a Bíblia advoga é uma vida abundante. A pessoa completa, numa totalidade de corpo, mente e espírito, é o que Ele nos oferece. Deveremos nós apontar para menos?

Porque é que Deus quer que tomemos cuidado connosco? Pela mesma razão que nós pedimos a uma pessoa amada que tome cuidado de si própria. É por a amarmos. Deus ama-nos tanto que Ele quer que sejamos saudáveis e felizes. Ele diz:

          "Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde assim como bem vai a tua alma." III João 2

Quanto nos ama Deus? A única medida que temos é a Cruz do Calvário. Uma das maiores necessidades do coração humano é sentir-se amado e necessário.
Preencher a necessidade daquele a quem amamos e saber que essa pessoa preenche a nossa necessidade, é a base da verdadeira comunhão. Um marido e uma mulher que têm este tipo de experiência juntos, são verdadeiramente felizes. Quando os filhos e os pais partilham esta experiência, o conflito de gerações desaparece. Deus ama-nos e anseia ensinar-nos, não somente o que significa para nós mas também o que nós significamos para Ele. Ele não restringe a nossa alimentação para nos privar do prazer! Ele diz: "Amo-te, por isso toma cuidado contigo."

Li acerca de um pai que pagou um resgate de 158.000 contos pelo retorno do seu filho de treze anos que tinha sido raptado. Valia o filho esta soma? Qual é o valor de uma alma humana? Teria o pai aceite um substituto do seu filho? De modo algum, mesmo que o substituto fosse mais forte, mais saudável, mais bonito. Mesmo que o substituto fosse oferecido por um preço muito baixo, ainda assim, ele não consideraria isso uma pechincha.
Quão ansiosamente aguardamos o dia em que Cristo virá para nos levar ao lar! Quando alcançarmos o paraíso celestial, as ruas de ouro não serão manchadas pelas beatas dos cigarros. Não seremos incomodados com os sons e cheiros dos matadouros na cidade santa de Deus. Não haverá bêbados a jazer nos passeios da Nova Jerusalém.
Jesus demonstrou o Seu amor por si no Calvário! O seu valor para Deus não pode ser calculado. Então, para que possa mostrar a sua gratidão e amor por Ele, cuide do espantoso corpo que Ele lhe deu!

Henry Feyerabend (1931 - 2006) foi um canadense adventista do sétimo dia, evangelista, cantor e autor, que é muito conhecido no Canadá pelo seu trabalho no Programa Está Escrito, e no Brasil como cantor do Grupo Arautos do Rei. Texto extraído do seu livro Tantas Religiões! Porquê?




Lembremo-nos que: "A carne nunca foi o melhor alimento; o seu uso agora é, todavia, duplamente objectável, visto as moléstias nos animais estarem crescendo com tanta rapidez."
"Os efeitos do regime cárneo podem não ser imediatamente experimentados; isto, porém, não é nenhuma prova de que não seja nocivo. A poucas pessoas se pode fazer ver que é a carne que ingerem o que lhes tem envenenado o sangue e ocasionado os sofrimentos. Muitos morrem de moléstias inteiramente devidas ao uso da carne, ao passo que a verdadeira causa não é suspeitada nem por eles nem pelos outros."
Ellen White, A Ciência do Bom Viver, págs 313, 315.

Pode ler algo com muito interesse sobre a vida desta impressionante Mulher que muito, e há muito tempo, aprecio, em: http://centrowhite.org.br/

- Copiei estas palavras escritas num papel, cada vez mais estragado, colado numa parede de um local perto de uma estação de correios, onde passava muita gente, a 18 de março de 1999: "Amigos e Camaradas, eu agora vou falar. O Cozido à Portuguesa do restaurante X vai aumentar. O matadouro clandestino nº 1 já está para fechar. Porque a última porca foi morta no dia 22.1.99 à marretada, ao uso do costume, porque o veterinário já morreu faz 2 anos. Agora a governanta do restaurante X que fazia os guisados com carne das ovelhas que morriam debaixo do comboio, também já se despediu porque conhecia melhor a casa que a esposa do patrão. Mais informo que já lá vão 22 porcos sem inspecção." Isto esteve afixado para quem quisesse ler... durante muito tempo. O nome do restaurante, e bem conhecido naquela zona, estava lá escrito onde coloquei o X. (E. E.) -

Momento de Humor para Descontrair... Porque Ninguém é Perfeito...
E Por Isso Precisamos Tannnto de Deus!...

MAS PODEMOS MUDAR... Com Motivação, Fé e...


ESPERANÇA

Afoguei-me na dor de quem tudo perdeu.
Perdi a luz, perdi a paz, perdi o amor.
Fez-se deserto o meu jardim em flor.
Afoguei-me na dor de apenas ver relâmpagos no céu.

Afoguei-me na bruma da dúvida envolvente.
Só vi nas coisas aparência e espuma.
Procurei uma barca e não achei nenhuma.
Afoguei-me na bruma alucinadamente.

Afoguei-me no rio!
Afoguei-me no rio, numa tarde de verão.
Foi-se ao fundo do rio o meu navio.
Parou-me o coração de angústia e frio.
Ninguém me deu a mão em salvamento.

Só Tu, Senhor, me podes libertar do rio em que tombei!
E, curando-me os pulsos a sangrar,
Me podes restituir e restaurar
A vida que sem Ti, desbaratei.


Moreira das Neves



terça-feira, 12 de agosto de 2014

Cristão Evolucionista?
NÃO PODE!!!
A Bíblia é muiiiiiiito clara!



JOVENS, UNI-VOS À GERAÇÃO "VIVA"

Os marinheiros acabavam de gritar e clamar aos seus deuses que os salvassem, mas a tempestade continuava a fustigar o seu barco. A qualquer mo­mento, o mar ia tragá-los. Um último e drástico acto para aplacar a sua fúria seria oferecer um sacrifício humano. Jonas foi o escolhido. Ele servia a um Deus superior - talvez o seu sacrifício constituísse, portanto, um sacrifício superior! Além disso, o pró­prio Jonas garantia paz após a sua morte!
Os últimos momentos de Jonas a bordo daquele barco foram passados a dar testemunho. E o seu úl­timo testemunho é extremamente importante. Jonas reafirmou a verdade que constitui a diferença básica - e que é uma enorme diferença - entre o seu Deus e os deuses deles, feitos de madeira e de pe­dra. Escutai-o!
Aos marinheiros que o interrogavam acerca do seu lugar de nascimento, da sua ocupação e filiação, ele disse: "Eu sou hebreu e temo ao Senhor. O Deus do Céu, que fez o mar e a terra seca." Jonas 1:9. Jonas fez uma distinção entre o seu Deus e os deuses deles, pondo em relevo que o seu Deus fize­ra a terra! O seu Deus era o Criador!


A pedra de esquina em que assenta a verdade da salvação pela fé é o Poder Criador de Deus. Já tocámos ao de leve neste ponto, mas ele é tão es­sencial que devemos acentuá-lo bem. A doutrina de Deus como Criador parece simples, quase um lu­gar-comum, e todavia é uma verdade que a maioria das pessoas do mundo nega ou ignora. Mesmo mui­tos cristãos falham em reconhecer a importância desta significativa verdade:

O poder criador de Deus constitui a diferen­ça significativa entre Deus e todos os Seus se­res criados.
Por esta razão, a capacidade criadora de Deus é o sinal, o selo e o símbolo da Sua autoridade. Po­deis negar o amor de Deus, a Sua pureza, bondade, equidade, honestidade, moralidade, justiça. Podeis negar cada uma das boas qualidades de Deus, mas enquanto não repudiardes o Seu Poder Criador, Ele continuará a ser supremo Deus. Negar os Seus atributos, fá-l'O um mau Deus; mas en­quanto for reconhecido o Seu poder criador, Ele continua a ser o único e soberano Deus. Mas, se ne­gásseis a Sua criatividade, imediatamente O reduzi­ríeis a um deus de madeira ou de pedra. Destruiríeis a Sua autoridade! Minaríeis a Sua supremacia! Der­rubaríeis a Sua soberania!


UMA PROVA IRREFUTÁVEL

Deus tem pedido e insistido, justamente, em que os homens O adorem como Criador. Qualquer pessoa que leia a Bíblia com este conceito em mente ficará surpreendida com o número de textos que o ilustram. Isaías estremece ao ouvir as palavras do Senhor. "'A quem, pois, podereis comparar-Me? Quem será igual a Mim?' pergunta o Deus Santo. 'Levantem os olhos para o céu e vejam! Quem é que criou as estrelas?'" Isaías 40:25, 26. E de novo, no capítulo 42, versículo 5: "Assim fala o Senhor Deus, que criou os céus e os estendeu, que consolidou a terra com a sua vegetação, que deu vida às populações que a habitam, e anima os que nela se movem" (Tradução Interconfessional em Português Corrente). Repara­ram como Deus, nestes textos, Se distingue a Si próprio como Criador?
No Novo Testamento, encontramos Paulo no centro de um grupo que está a discutir na colina de Marte. À sua volta estão não-cristãos - gente ins­truída, intelectual, mas supersticiosa! Os seus deu­ses não têm fim, nem tão-pouco os seus templos. Tinham um deus para cada situação e Paulo sabia disso. Atenas era uma vasta galeria de arte religiosa.
Ao princípio, Paulo não sabia como começar a sua mensagem. As suas estranhas doutrinas poderiam acarretar-lhe o mesmo destino que Sócrates ti­vera. Sem apologias mas com decidida confiança, Paulo optou por lhes apresentar a diferença entre o seu Deus e os deuses que eles adoravam. Escutai Paulo declarar que o seu Deus é "o Deus que fez o mundo e tudo o que nele há" (Actos 17:24).
Continuando a realçar esta verdade, Paulo dis­se, e com razão, que Deus "de um só fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da terra" (versículo 26). Apontando para a depen­dência do homem em relação ao poder criador de Deus, raciocinou eloquentemente: "Porque n'Ele vi­vemos e nos movemos e existimos" (versículo 28). Por outras palavras: É a Deus que se deve tudo o que há de bom! A nossa existência, a nossa vida, a nossa capacidade de pensar e agir, estão dependen­tes do nosso Criador. Esta é a mensagem de que o mundo precisa hoje - este é o centro da mensagem do terceiro anjo! "Respeitem a Deus e glorifiquem-n'O, pois chegou a hora do Seu julgamento! Adorem Aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes!" Apocalipse 14:7.


TRÊS IMPORTANTES VERDADES

De um ponto de vista mais pessoal, qual é a im­portância do poder criador de Deus? 0 que pode fazer por mim, pessoalmente, esta verdade? Há três importantes verdades no centro do poder criador de Deus.

Primeira: O Amor de Deus Transparece em Toda a Criação

"Cada manifestação do poder criador é uma ex­pressão de infinito amor." - Patriarcas e Profetas, pág. 33. Seja um átomo de ar ou uma gigante galáxia de estrelas, é uma expressão de infinito amor. A criação da vida envolve uma expressão de amor.
Nunca esquecerei o momento em que, através da janela de vidro do berçário do hospital, olhei para o nosso primeiro filho. Sempre fora para mim um mistério a razão por que os pais ficavam tão excitados com a chegada do seu primeiro filho, como se deliciavam apontando para o seu bebé: "Olhem para aquele! É o meu!" Nunca pude compreender, até eu próprio ter tido um filho, quão profundo é o amor de um pai pelos filhos - um amor que os jovens só co­nhecerão quando, por sua vez, se tornarem pais.
O Mundo Inteiro É Como Um Berçário. Deus o Pai inclina-Se, com amor, para esta terra, ao ver a vi­da reproduzida através do Seu poder criador. Que insondável amor está incluído na criação - especial­mente na criação da vida humana! Até que ponto haveria envolvimento de profundo amor se as crian­ças fossem manufacturadas numa rápida linha de montagem e tudo quanto se necessitasse fosse apenas de ir a uma loja comprar um resplandecente be­bé, novinho em folha, por 100 contos (500 euros)? Poderíamos ficar tão excitados e emocionados como quando compra­mos um carro novo. Mas não haveria qualquer atitu­de reverencial, profunda, sagrada, divina, em relação a um bebé manufacturado! Mesmo um novo animal de estimação, como, por exemplo, um cão, produz maior emoção do que uma bicicleta nova!

A vida é amor! A vida é sagrada! A vida é espi­ritual! Graças a Deus pela vida! Louvado seja o Se­nhor pelo Seu poder criador! Porquê? Porque o nos­so Deus Criador fez com que a vida existisse. D'Ele vem cada dom intelectual e artístico, cada capacida­de emotiva, cada dom de graça e amor. Fora d'Ele, os homens estão mortos, mesmo que vivam agora. A vida é mais do que existência animal - a vida, na sua essência própria, é espiritual. A verdadeira vida não se mede pela quantidade, mas pela qualidade.


Segunda: O Poder Criador de Deus Confere-nos um Sentimento de Segurança

Estou convencido de que no mais profundo re­côndito do coração do não-crente existe uma grande ca­verna de dúvida e insegurança. Nada me pode dar um tão profundo sentimento de dignidade própria, de confiança própria cristã, como acreditar e saber por experiência que Deus me fez e que eu Lhe per­tenço. Segurança envolve apreciação e aceitação. A minha segurança aumenta na crença de que sou de­sejado, de que sou necessário.
Quando Deus fez o homem à Sua imagem, Ele desejou o homem - precisou do homem. Deus nunca faz nada que não queira ou de que não preci­se. Paulo expressa-se assim em Efésios 5:28-30: "Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como aos seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. Porque nun­ca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à Igre­ja, porque somos membros do Seu corpo."
Aborreceria Deus a Sua própria carne? E faria al­go menos do que alimentar e acarinhar estes seres criados à Sua imagem? Seria o amor de Deus infe­rior ao amor de um marido por sua esposa? Nunca! Um verdadeiro sentimento de segurança e de digni­dade é impossível fora da compreensão do poder criador de Deus.

Alimentar alguma vez o pensamen­to de que o homem evoluiu a partir de uma qualquer forma inferior de vida é degradante, depressivo e frustrante.
O mais elevado conceito no mundo encon­tra-se em Génesis 1:26, 27: "E disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme à Nossa seme­lhança (...) E criou Deus o homem à Sua imagem."


Terceira: A Salvação Está Dependente do Poder Criador de Deus

É aqui que entra realmente a Doutrina da Salva­ção pela Fé. E uma crença sagrada no poder de Deus, que nos Re-cria em novos seres. O homem passa da rebelião para a obediência através de uma experiência de Re-criação. A salvação é tão-somente um programa para trazer o homem de volta a esta relação de criatura-Criador. Tão íntima é a relação entre a criação e a redenção, que Jeová, "o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra" é "o Senhor - vosso Santo, o Criador de Israel - vosso Rei". Isaías 40:28; 43:15. Assim como o Espírito do Senhor Se movia sobre o mundo caótico antes da vida começar, também o Espírito Se move sobre as nossas vidas caóticas e produz luz, crescimento, fru­to e obediência. O homem torna-se, de facto, uma alma vivente. A união entre Cristo Criador e Cristo Redentor não é mero acaso - Criação e Redenção são absolutamente inseparáveis!
O facto é que a mesma espécie de poder que é necessário para trazer o homem à existência é também necessário para transformar o seu coração pe­caminoso e imperfeito. Tanto a criação como a re­denção são o resultado de um acto divino.

A Ques­tão Que Agora Surge É A Seguinte:
Como re-cria Deus a minha vida? As nossas vidas são muitas vezes uma autêntica desordem - somos maus de dia e ruins de noite. Somos pobres espirituais vestidos de púr­pura e ébrios de egoísmo. Somos tão vítimas da luxúria que o nosso cérebro explode. Os nossos corações estão despedaçados por incontrolável paixão. Judas, irmão de Tiago, na sua carta descreve os pecadores como "animais irracionais", "nuvens sem água", "árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarreigadas", "ondas impetuo­sas do mar", "estrelas errantes".


ACONTECIMENTOS RELACIONADOS COM A RE-CRIAÇÃO

Mas, quando começa o processo da Re-criação, opera-se uma mudança. Observai alguns acontecimentos importantes relacionados com a re-criação. Deus cria no homem um Espírito de Arrependimento.
Este é tanto um dom de Deus como o é a vida eterna. O espírito de Confissão e de Restituição são dons de Deus. Nenhum homem pode sentir realmente pena de qualquer pecado que tenha cometido, a não ser que Deus, por um acto de criação, lhe dê um espírito de arrependimento em relação ao seu mau proceder.
O mesmo acontece quanto à confissão. Que ser humano, neste mundo, confessaria um pecado a Deus ou ao seu próximo, a não ser por uma milagrosa mudança nele operada? O homem que confessa o seu pecado passou realmente pela experiência da re-criação.
Em todos os passos que levam à vida eterna, é Deus quem deve receber honra e louvor pelos Seus actos de re-criação. (...)
Lembrai-vos, caros jovens, que Regeneração, Conversão ou Novo Nascimento - seja o que for que lhe chameis - é um acto criador de Deus. Paulo define-o bem em II Coríntios 5:17: "Se alguém está em Cristo, nova criatura é." E David clama: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro." Salmo 51:10.

VIVE, VIVE, VIVE!

A descrição mais gráfica e poética do poder criador de Deus que já li encontra-se em Ezequiel 16. O versículo 3 declara que Israel tinha um pai amorreu e uma mãe heteia. Os amorreus e os hititas eram odiados inimigos de Israel. Isto significa a natureza pecaminosa que eles e nós herdamos e com a qual nascemos. A seguir, este capítulo confirma e declara que quando Israel nasceu, como bebé, não havia ninguém para o lavar e purificar. Estava sujo e impuro, coberto de sangue e foi lançado num campo aberto para morrer. Os versículos 5 a 7 declaram: "Não se compadeceu de ti olho algum ... pelo nojo da tua alma, no dia em que tu nasceste. E, passando Eu por ti, vi-te manchado do teu sangue e disse-te: Ainda que estás no teu sangue, vive; ... vive! Eu te fiz multiplicar como o renovo do campo."
Que descrição de um pecador! Tal como os pagãos daqueles dias lançavam os bebés indesejáveis em campos desertos para ali morrerem, também Satanás nos lançou nos campos do pecado para perecermos. O nosso destino era morrer. De facto, nós estávamos mortos em pecado. Então veio Alguém e Se aproximou de nós. Esse Alguém foi Jesus Cristo. Teve compaixão de nós, amou-nos, embora fôssemos repugnantes e repulsivos. Pronunciou a palavra criadora: "Vive!" Não morras - vive! Não somente no futuro, mas agora, já! Vive, porque eu perdoei-te. Vive, porque Eu te declarei justo. Vive uma vida obediente, positiva, optimista, transbordante. Vive uma vida de vitória sobre o pecado. Vive uma vida que esmaga as vãs divagações e vence a letargia espiritual. Vive, uma vida que desfaz os castelos da dúvida, do desespero e do criticismo provocados por Satanás. Vive, uma vida que vence a tentação e te faz andar pela vida desembaraçado do peso terrível do pecado.

A verdade da Salvação pela Fé é simplesmente viver. Esta é a mensagem do terceiro anjo de Apocalipse 14. Viver pelo poder de Jesus Cristo. "Vivo", exclama Paulo, "não mais eu, mas Cristo vive em mim." Gálatas 2:20. "Vivo", exclama João, "n'Ele estava a vida, e a vida era a luz dos homens." João 1:4. "Vivo", exclama Pedro, "Para que no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus." I Pedro 4:2. "Vivo", clama um coro de vozes vitoriosas desde as portas do Éden até aos nossos dias. Estes são os que viveram a verdadeira vida. Viver pela fé - salvação pela fé - eis a mensagem da Igreja Adventista para o mundo. É a mensagem do selo de Deus. (...)


Começais a ver agora por que é que, nestes últimos dias, se minou a verdade do Sábado com a guarda do domingo? Estais a ver agora por que é que se foi ao ponto de destruir o 4º mandamento? O Sábado é um sinal tanto da Criação como da Re-Criação. (Ver Ezequiel 20 e Êxodo 31) ("... mas o sétimo dia será de descanso consagrado ao Senhor." ... "Será um sinal permanente" ... "Porque o Senhor fez o céu e a terra em seis dias e no sétimo dia parou e descansou.") Aqueles que verdadeiramente honram o Sábado sentem que a sua existência, a sua capacidade de pensar e agir são na sua totalidade o resultado do poder criativo, dinâmico, de Deus. Admitem que cada batida do coração, cada pestanejar de olhos, cada função do cérebro, cada movimento de um músculo, cada passo, cada respiração, cada cabelo que cresce, cada palavra que falam, está dependente do poder criador-de-vida de Deus. De um ponto de vista espiritual, sabem que um espírito de arrependimento, de confissão, de restituição e de submissão é um dom de Deus. Que tragédia se o homem não reconhece a sua dependência de Deus! Porque têm alguns homens de esperar até à sua morte para compreenderem que não se pertencem a si mesmos? Que não podem, por sua própria decisão, fazer com que os seus corações batam e os seus cérebros pensem?

Quem quer que sejais, onde quer que estejais, estais vós dispostos a ouvir aquela voz da Vida e responder-Lhe agora? Permitireis que a voz de Cristo penetre as trevas do vosso coração, tal como penetrou nas trevas durante a Semana da Criação, a fim de que "haja luz"?

Hoje, o grito do mundo é: "Transformai as vossas condições!" O clamor de Cristo é: "Deixai que Eu transforme o vosso coração!" O mundo procura modificar o exterior mas devia antes modificar o interior.
Plutarco contava a parábola de um homem que tentara pôr de pé, direito, um corpo morto, mas que finalmente
acabara por desistir dos seus esforços, dizendo: "Há qualquer coisa que lhe falta lá dentro!"

Deus muda primeiro o interior e de­pois as mudanças exteriores
acabarão inevitavelmen­te por acontecer
.

O método do mundo de procurar mudar a sociedade é como tentar lançar fogo a uma pilha de madeira acendendo
um fósforo na peça su­perior dessa pilha. O método de Deus é acender o fósforo na base, na parte interior.

A melhor maneira de retirar o gelo agarrado ao para-brisa de um carro não é raspá-lo, mas aumentar
a temperatura interior do veículo e o gelo derreterá.

Não se faz um pesse­gueiro de uma macieira brava atando-lhe lá os pês­segos com cordéis!

Nova vida à alma vem apenas quando o Mestre fala e se dá ouvidos à Sua voz!

Para mim, viver pelo meu próprio poder uma vi­da espiritual tem tantas hipóteses como uma pedra de propagar mais pedras. As minhas boas obras pa­ra salvação dão tanto resultado como um homem a andar em direcção ao leste num super-avião
que voa a 600 milhas por hora em direcção ao oeste.

A mi­nha única esperança é de que a voz de Deus toque fundo dentro da minha alma.

Posso ouvir essa voz de joelhos. Ela penetra no meu coração quando es­tudo fervorosamente a Sua Palavra.
Possui a minha alma quando eu medito sobre a vida de Jesus.
Há alguns anos, quando realizava uma campa­nha de evangelização, um homem alto e forte come­çou a assistir às reuniões. Ele era capataz de um estaleiro naval. Uma noite, a voz de Deus disse a este homem: "Vive!" E ele respondeu e começou a viver. Que mudança se operou então na sua vida! Em lu­gar da sua habitual dureza, veio a ternura, a mansi­dão. A mesquinhez transformou-se em bondade. O ódio foi substituído pelo amor. Deu-se uma autênti­ca revolução na sua vida!
Algumas semanas mais tarde um homem baixo começou também a assistir às reuniões. Logo na primeira noite, depois da reunião, veio ter comigo e pe­diu para ser baptizado imediatamente. Fiquei sur­preendido, quase assustado, e procurei saber quem era ele. Trabalhava no mesmo estaleiro naval e sob as ordens daquele capataz que se convertera recente­mente. Ele disse-me então, sem rodeios, que aquele outro homem era a pessoa mais mesquinha deste mundo. Foi mesmo ao ponto de me dizer que todos quantos trabalhavam sob as suas ordens o odiavam e tinham grande medo dele. Mas agora tinha-se ope­rado uma grande mudança naquele capataz. E o seu subordinado disse-me: "Já sei que ele se baptizou na vossa Igreja. Se a vossa Igreja pode fazer por um homem o que fez por aquele, tenho que ser membro dela imediatamente!"
Que testemunho de alguém que estivera morto e ressuscitara! A maior prova em favor do poder de Deus é uma vida transformada. Permitireis vós que o Mestre tome a vossa vida e a molde segundo o Seu próprio modelo?

Robert Spangler, Mestre em Teologia nos EUA, é também o Director da Revista Ministry, "uma revista destinada ao corpo pastoral adventista, mas que agora está também sendo enviada a clero não-adventista: perto de um quarto de milhão a recebe regularmente. O projecto de contactar todo o clero activo nas suas próprias casas é um dos mais emocionantes e desafiantes em que o Pastor Spangler já participou. O seu maior objectivo é ajudar o povo a compreender a missão especial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a qual é exaltar a Cristo perante o mundo, no contexto das mensagens dos três anjos", Apocalipse 14.
Texto da Revista Adventista, Semana de Oração dos Jovens, 18 a 25 de Fevereiro de 1984.

EM NOME DE JESUS

Muitos vieram para ver aquele homem galileu, Não havia explicação pra um carpinteiro ter
Tanto louvor da multidão.
Tem nos olhos o poder de ler qualquer coração, Ele está unido ao Pai e fala de amor,
Ele vem em nome do SENHOR!

CORO - Há poder em Teu Nome, JESUS, Há esperança em Teu Nome, JESUS,
Temos força em Teu Nome, JESUS, Bendito és Tu, JESUS,
Pois Tu És o Senhor.


Quando nos vêm desilusões e a nossa vida se desfaz, Mesmo em meio a tanta dor, ainda existe a paz,
Crendo no nome do SENHOR.
O doce nome de Jesus, poder e força produz, Ele traz a eterna paz, Ele é a eterna luz,
Há poder no Nome de JESUS.

Teu nome será louvado para sempre, CRIADOR, REDENTOR E REI!
Há poder em Teu Nome, Jesus, Há esperança em Teu Nome, Jesus,
Temos força em Teu Nome, Jesus, Bendito És Tu, Jesus!
Bendito És Tu, Jesus! Bendito És Tu, Jesus!
Pois Tu És o Senhor! Tu És o Senhor!

"Se não existiram realmente Adão e Eva, não houve pecado original, onde fica então a redenção operada por Cristo na Cruz? É pretensiosa e de má fé esta crença (poligenismo)." ... "Obviamente é uma heresia, um erro gravíssimo, visto que 'a inspiração divina estende-se a todas as partes da Bíblia sem a menor exceção, não podendo haver erro no texto inspirado' (Papa Bento XV, na Encíclica 'Spiritus Paraclitus')."

"A Bíblia é o livro da educação, da norma, da verdade e da ética, por excelência. Durante milénios, a Palavra foi o livro de leitura de gerações e os homens tiveram Deus como referência suprema no seu quotidiano. Porém, quando o homem se colocou como fulcro da existência, começou a perder os valores absolutos. Ora, é regressando à fonte do texto bíblico que o ser humano poderá encontrar as normas fidedignas da educação que restaurará a sociedade humana." Natividade Lopes, professora e coordenadora dos programas de Educação e Família, na Rádio Clube de Sintra, agora RCS (FM 91.2).

"A verdade tanto do Antigo como do Novo Testamento é a revelação de que o Deus de Israel é o Criador Todo-Poderoso e que Ele ordenou o sétimo dia, no Sábado, como um Monumento Recordativo de Sua Obra Criadora (Génesis 2:2, 3; Êxodo 20:8-11; 31:12-17). (...) Esta verdade chega a ser relevante de uma maneira especial no tempo do fim, quando o dogma da evolução veio a ser a hipótese da ciência (desde 1859). Por isso a tríplice mensagem de Apocalipse 14 assume cada vez mais relevância. Requer a celebração do Sábado restaurado como 'a expressão concreta da fé na criação, o sinal da dependência de um céu... o sinal de que a salvação vem só de cima' (Doukhan, Daniel: The Vision of the End, p. 71)." Hans K. LaRondelle, "nascido na Holanda, obteve o doutoramento em teologia sistemática e ética sob a orientação do notável teólogo G. C. Berkouwer. Durante anos foi professor de teologia na Universidade Andrews. É autor de muitos livros (por exemplo, este que possuo: Armagedom - o Verdadeiro Cenário da Guerra Final, E.E.) e artigos."


(Pode ler muito mais sobre este tema da maior importância em Evidências e Criacionismo, Links 1R)