sexta-feira, 29 de março de 2013

PÁSCOA...  5  PASSOS  PARA  A  SALVAÇÃO




CHAMADO  A  DEPOR


Chamo-me Tomé Dídimo, Sr Dr. Juiz. Venho testemunhar que:

                                                          . Ele  morreu,
                                                . Ressuscitou  ao  terceiro  dia,
                                                . Esteve  nesta  área  durante  40  dias,
                                                . E  voltou  para  o  Céu,  local  donde  tinha  vindo.
                                                . E  que  Ele  está  bem  vivo,  hoje!


Desculpe, Sr. Dr. Juiz, não compreendi... Ah! T-O-M-É  D-Í-D-I-M-O. O primeiro é o meu nome em Aramaico; o último o meu nome em grego. Mas ambos querem dizer 'gémeo'.(1) Mas até parece ironia (na verdade, a minha história está cheia de ironias... ) hoje, ninguém pensa em mim como 'gémeo'. Todos se referem a mim como 'incrédulo'.
Quem sou eu? Bem, eu era um dos Seus discípulos mais íntimos, embora, verdade seja dita, pertencesse ao 'segundo círculo'. Eu não pertencia, realmente, ao círculo mais chegado, como o Pedro, o Tiago ou o João.
E, aqui, há outra ironia do destino, se é que assim se pode chamar: depois da Ascensão, eu fui mais longe (no que se refere a quilómetros percorridos) do que qualquer outro. Fui até à Índia, como testemunha de Cristo, entre os hindus, os budistas e os membros de outras religiões antigas.(2)
O que não é mau de todo para um discípulo do segundo círculo. Uma biógrafa inspirada iria caracterizar-me, mais tarde, como tendo um "coração verdadeiro, leal". E ela tinha razão; eu era leal. Mas ela continuaria a falar sobre mim, para dizer (novamente com toda a razão), "no entanto era tímido e receoso".(3) Quando Jesus anunciou que iria para Jerusalém para morrer às mãos dos Seus inimigos, eu exclamei, resignado:
"Vamos nós também para morrer com Ele."(4) A característica que é hoje mais lembrada, a meu respeito, é a de ser 'céptico'. Sim, Sr. Dr. Juiz, eu era um verdadeiro céptico.
V. Exa. acha, então, que eu não sou uma testemunha credível, isenta, por ter sido um dos Seus seguidores? Acha que eu estou a puxar a brasa à minha sardinha, como se costuma dizer? Desculpe, Meritíssimo, não quero faltar ao respeito que devo a V. Exa. e a este Tribunal... de forma alguma!

Mas, se me permite, e com todo o respeito, deixe-me sugerir que eu talvez seja a testemunha mais credível de todas. De todas elas, eu fui a única que não acreditou na Sua ressurreição, embora seja uma testemunha ocular credível.
V. Exa. pergunta como é que isso é possível?
Bem, no Domingo de Páscoa, à noite, eu não estava onde deveria estar - no cenáculo. Claro que eu já tinha ouvido os relatos (quem é que não tinha?) da Maria Madalena e das outras mulheres, de que Ele tinha ressuscitado. Mas eu não acreditei - eu não queria acreditar.(5) Embora hoje pareça estranho, até para mim próprio, eu pensei que se Jesus tivesse realmente ressuscitado, findara toda a esperança de um reino terreno - e com ela a possibilidade de um lugar importante para mim, Tomé Dídimo, no novo governo.(6) Eu invejava as posições cimeiras - todos nós o fazíamos. Os nossos motivos para seguirmos Jesus eram, certamente, mistos...(7)
E o meu orgulho estava ferido. Como foi que a biógrafa inspirada rotulou isso ? 'Vaidade... ferida', penso eu.(8) Eu estava irritadíssimo com o facto de Jesus ter escolhido fazer a sua primeira aparição, nesse Domingo de manhã, a mulheres!(9) Mulheres! Sim, foram as mulheres as primeiras a ver e a falar com o Senhor ressuscitado!
Depois, na noite do Domingo de Páscoa, Ele apareceu aos outros 10 discípulos no cenáculo, quando eu nem sequer estava presente! Porque é que Ele não pôde esperar até eu também estar presente? Por isso eu estava "decidido a não crer."(10)

Na realidade, fui ao ponto de dizer aos outros que eu não acreditaria a não ser que pusesse a minha mão no Seu lado para sentir a cicatriz que a lança do soldado romano tinha feito. Sabe, Meritíssimo, eu estava magoado. Estava zangado. Estava obstinado. ...E também não tinha fé - embora houvesse tantas evidências provando o contrário.
Uma semana depois da Páscoa (no Domingo seguinte), eu estava com os outros. Estávamos, uma vez mais, reunidos no cenáculo, quando Ele apareceu! A primeira coisa que fez foi dirigir-se a Mim. Estendeu as Suas mãos assim, Meritíssimo, e disse com gentileza: "Põe aqui o teu dedo; vê as Minhas mãos. Chega a tua mão, e põe-na no Meu lado. Não sejas incrédulo, mas crente."(11)
Devo dizer, Meritíssimo, que me derreti, entreguei-me, sentindo-me completamente nu e desamparado. E confessei-Lhe: "Senhor meu, e Deus meu!"(12)
E essa não foi a última vez que O vi, Meritíssimo. Tanto quanto me posso lembrar, Jesus apareceu seis vezes só nesse Domingo de Páscoa: aos soldados romanos que estavam de guarda ao túmulo; a Maria Madalena; a um grupo de mulheres; a Pedro; a Cleópas e ao seu amigo de quem não sei o nome, a caminho de Emaús; e aos meus 10 irmãos no cenáculo. Depois, nos 40 dias seguintes, Ele apareceu mais cinco vezes, terminando com uma aparição aos 11 discípulos na Quinta-feira, no Monte das Oliveiras.(13)
Foi nesse dia que Ele subiu ao céu: 40 dias depois da Páscoa.(14) Graças a Deus, eu também estava, nesse dia! Eu vi, realmente, quando Ele se começou a elevar, ali, enquanto falávamos com Ele. Começou a elevar-Se no ar, devagar, direito ao céu! Incrível! E a última coisa que eu vi, quando Ele passou por mim, foram os Seus pés... com as marcas dos cravos!
Mas Ele não foi sozinho, Sr. Dr. Juiz; um grande grupo de pessoas foi com Ele. E isso, Meritíssimo, foi quase tão espantoso como a própria Ascensão!

Como V. Exa. deve ter ouvido dizer, Jesus ressuscitou um grande número de pessoas no Domingo de Páscoa. O meu irmão Mateus foi o único a escrever sobre o assunto. Ele disse que houve um terramoto na Sexta-feira à tarde no momento exacto em que Jesus morreu. (Eu senti-o, V. Exa. também o deve ter sentido.) E muitas sepulturas foram abertas.
Embora não tivesse acontecido mais nada na Sexta-feira, no Domingo a coisa foi diferente. Foi no Domingo que muitos ocupantes dessas sepulturas voltaram à vida. E durante os 40 dias seguintes, apareceram a muitas pessoas.(15) Paulo confirmou que todas as pessoas que ressuscitaram subiram ao céu com Jesus no Dia da Ascensão.(16)
E eu estava lá! Vi tudo!
O mais interessante sobre estas pessoas, Sr. Dr. Juiz, é que todas elas, durante a sua vida, tinham sido crentes verdadeiros - até "colaboradoras com Deus".(17) E todas elas eram mártires.(18) Mas, no que se refere ao tempo, elas vinham, Sr. Dr. Juiz, de todas as épocas, desde o primeiro mártir (Abel) ao último (João Baptista), nosso contemporâneo.(19)
Eram muito diferentes umas das outras, quanto à sua altura e peso: os do nosso tempo eram do nosso tamanho, claro. Mas os que vieram de épocas antes do Dilúvio, quando as pessoas viviam 10 vezes mais do que nós, tinham entre 3,5 a 4,5 m de altura!(20) Não é, portanto, de admirar que Pilatos (e, alguns dizem, Herodes Antipas) quando ouviu falar disso, tivesse ficado aterrorizado, proibindo a entrada nos seus aposentos, a quem quer que fosse, não se desse o caso de Jesus (ou, no caso de Herodes, João Baptista) se materializasse de repente, para se vingar!(21)

E há um outro ponto a tomar em consideração: aqueles que foram ressuscitados por Jesus durante o Seu ministério antes do Calvário, voltaram a morrer mais tarde. Mas os que voltaram à vida depois da Sua ressurreição, tornaram-se imortais.(22) A sua mensagem, durante os 40 dias que se seguiram, foi: "Ele ressuscitou; nós ressuscitámos com Ele".(23) Dessa forma, eles desacreditaram os relatórios falsos dos soldados romanos. Segundo o irmão Mateus, Meritíssimo, os soldados foram subornados, com elevadas quantias, pelos sacerdotes judeus - e o Mateus, um ex-colector de impostos, conhecia um bom suborno, quando o via.(24)
O que os soldados disseram sobre nós, os discípulos, de roubarmos o corpo e depois dizermos que Ele tinha ressuscitado, é uma infâmia. Se eles estavam adormecidos como dizem, como é que eles sabem quem roubou o corpo? Quanto a nós, estávamos em pânico com a possibilidade de sermos mortos também, e estávamos trancados em casa!
A propósito, Sr. Dr. Juiz, este grupo fantástico que Jesus ressuscitou tinha um significado simbólico. No mesmo dia em que os agricultores à volta de Jerusalém se dirigiam ao templo para a festa anual das Primícias, levando os seus produtos como oferta de agradecimento a Jeová, Jesus apresentava ao Seu Pai, no Céu, os que Ele tinha ressuscitado 40 dias antes, como as primícias dos justos mortos que haverá de ressuscitar quando voltar à terra pela segunda vez!(25)
Ele voltará, Sr. Dr. Juiz! Este mundo ainda verá Jesus Cristo outra vez!

Meritíssimo Juiz, V. Exa. pediu-me que lhe contasse o que eu tinha visto e ouvido, e o que eu achava que tudo isso queria dizer. Bem, para mim, Excelência, há quatro lições:

- Primeiro, não falte a uma reunião em que Jesus estará presente! Se eu estivesse no cenáculo na noite do Domingo de Páscoa, em vez de aparecer só na semana a seguir, eu tê-l'O-ia visto como os outros dez, no próprio dia em que Ele ressuscitou. Teria evitado, a mim próprio, uma semana de tristeza, angústia e desespero. Foi um sofrimento tão desnecessário! Aprendi da forma mais difícil.

- Em segundo lugar, aprendi a acreditar na palavra de testemunhas honestas. Aprendi como era louco ao dizer que só acreditaria naquilo que visse e confirmasse. Descobri como a dúvida pode ser corrosiva para o nosso coração - quase deu cabo do meu.

- Em terceiro lugar, fiquei tão grato pela maneira como Jesus me tratou. Sabe, Meritíssimo, Ele poderia (com toda a justiça) ter-me tratado com indiferença ou desdém. Mas não o fez. Ele sabia - como os outros haviam de aprender - que "raramente se vence a incredulidade pela discussão".(26) Isso só faz com que as pessoas se refugiem mais e mais na auto-defesa, obrigando-as a procurar novas razões em que se basearem e desculparem. Em vez disso, e com um amor cheio de misericórdia, Ele revelou-Se simplesmente!
Como era profunda a sua condescendência e consideração pelos meus sentimentos! Não, nunca o esquecerei! Desde essa altura, Meritíssimo Juiz, tenho tentado tratar os outros da mesma forma que Ele me tratou.(27) É tão certo, isso! "Repreensões e reprovações acaloradas nunca produzirão reformas."(28) Nunca o fizeram; nunca o farão.

- E há ainda uma quarta lição. A segunda oportunidade! Jesus deu uma segunda oportunidade a Pedro, ali mesmo nas praias da Galileia, quando o chamou novamente para o ministério depois de Pedro O ter negado com imprecações no pátio do tribunal. Ele perdoou-lhe! E, Sr. Dr. Juiz, perdoou também a minha dúvida e a minha falta de fé - ali, no cenáculo.
E também lhe perdoará a si, Meritíssimo, se V. Exa. O deixar!
A melhor parte, Meritíssimo Juiz, a melhor parte é esta: Ele estava morto, e ressurgiu! Está vivo... hoje! Como disse o anjo: "Ele ressuscitou!" Ele foi preparar um lugar para nós, e voltará novamente - para salvar os justos e julgar os ímpios.
Está pronto para esse acontecimento, Meritíssimo Juiz?


* Robert W. Coon foi, durante cerca de 13 anos, director do Ellen G. White Estate, na Conferência Geral em Silver Spring, Maryland, EUA in Revista Adventista, Abril 1996.

REFERÊNCIAS:
(1) The SDA Bible Dictionary (1979), p.1114, 287; (2) Ibid., p. 1115; (3) O Desejado de Todas as Nações, p. 313; (4) João 11:16; (5) Henry H. Halley, Bible Handbook (1965), p. 466, 554; (6) O Desejado de Todas as Nações, p. 873, 874; (7) Mateus 19:27, 20:20-24; Marcos 9:34; (8) O Desejado de Todas as Nações, p. 874; (9) Ibid., p. 856, 857; (10) Ibid., p. 873; (11) João 20:27; (12) João 20:28; (13) Lucas 24:50; (14) O Desejado de Todas as Nações, p. 900; (15) Mateus 27:51-53; (16) Efésios 4:8; (17) O Desejado de Todas as Nações, p. 852; (18) Ibid., Mensagens Escolhidas, vol. 1 p. 304; (19) Primeiros Escritos, p. 184; (20) Ibid.; Spiritual Gifts, vol. 3, p. 34; (21) O Desejado de Todas as Nações, p. 850; (22) Ibid., p. 852; Mensagens Escolhidas, vol. 1 p. 304, 305; (23) O Desejado de Todas as Nações, p. 852; Mensagens Escolhidas, vol. 1 p. 305; (24) Mateus 28:11-15; (25) Mensagens Escolhidas, vol. 1 p. 305-307; (26) O Desejado de Todas as Nações, p. 875; (27) Ibid; (28) The Upward Look, p. 94. (sic)


Randy Maxwell in Sinais dos Tempos, 1º Trim. 2013

Eu estava longe de casa pela primeira vez na vida, no Campo de Férias de Cedar Falls, nas Montanhas de San Bernardino, na Califórnia do Sul. Um pouco de natação na piscina do campo de férias com os meus amigos parecia ser o modo perfeito de, ao mesmo tempo, aterrorizar as raparigas e refrescar-me. Havia apenas um pequeno problema. Eu não sabia nadar. Mas não era preciso preocupar-me. Eu estava seguro, desde que os meus pés pudessem tocar o fundo da piscina.
O Sol estava quente, as raparigas gritavam e a água estava ótima, enquanto os rapazes da cabana Fox mantinham as coisas interessantes na piscina. Por volta da altura em que estávamos a ficar sem energia, o meu melhor amigo sugeriu que eu tentasse mergulhar do outro lado da corda. Ora, eu sabia que a corda era a linha divisória entre o lado raso e o lado profundo da piscina, mas o meu amigo insistiu que eu podia ainda tocar com os pés no fundo, logo do outro lado da corda.
A minha resistência enfraqueceu sob uma barragem de súplicas, que incluía desafios e todo o tipo de pressões perturbadoras do orgulho, que rapazes de onze anos são capazes de lançar uns aos outros. Tendo-me eventualmente convencido de que ainda seria capaz de tocar o fundo com os pés, mergulhei no outro lado da corda - o lado que, até então, eu tinha sempre evitado.

O mergulho correu bem. Comecei a vir à superfície e estiquei os meus pés para baixo em busca do fundo da piscina. Mas ele não estava lá! Veio sobre mim um pânico instantâneo. Lutei para manter a cabeça fora de água de modo a que pudesse gritar pelo meu amigo, o qual estava a apenas uns metros de distância, na borda da piscina; mas não fui capaz. O que era pior, eu podia vê-lo a rir-se dos meus gestos grotescos, aparentemente sem perceber o perigo em que eu me encontrava.
Novamente lutei contra a água com toda a minha força. Nadadores divertidos estavam à minha volta, mas nenhum estava a prestar atenção; eles não tinham ideia sequer de que eu estava a afogar-me. Exatamente quando a minha força estava a começar a esgotar-se, a expressão do meu amigo tornou-se subitamente muito séria. Ele percebeu que eu estava realmente em apuros. E imediatamente saltou para a piscina e colocou-se ao meu lado em segundos. No meu desespero, agarrei-o pelo pescoço e por pouco nos fazia afundar aos dois, mas ele conseguiu levar-nos a salvo para a borda da piscina.
O meu amigo puxou-me para a segurança nesse dia, mas ele não estava só: Deus também estava naquela piscina. Foi a Ele que agradeci repetidamente nessa noite, à medida que murmurava orações de gratidão esfarrapadas por Ele ter salvo a minha vida.

Você já foi salvo?
Não, eu não estou a falar acerca de ser salvo de afogamento. Eu estou a falar acerca de ser salvo do pecado. Já se interrogou sobre como avançar de uma mera crença intelectual em Jesus Cristo para um relacionamento salvífico com Ele, no qual experimenta o perdão pelos erros do seu passado e recebe o dom da vida eterna?
Gostaria De Partilhar Consigo Cinco Passos Que Pode Dar Hoje
Os Quais Porão A Salvação Ao Seu Alcance

1. Reconheça A Sua Necessidade De Ajuda

A Bíblia descreve a condição humana do seguinte modo: "Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. (...) Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:10-12, 23).
O problema do pecado é universal. Ninguém está isento. Todo o homem, mulher, rapaz e rapariga está infetado com o vírus do pecado - um vírus que é 100% letal. "Pois o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23). O primeiro passo em direção à salvação desta desesperada situação é você reconhecer que é um pecador e que é impossível para si, na sua própria força, resistir ao poder do Mal ou salvar-se a si mesmo dos seus resultados fatais.

2. Compreenda Que Deus O Ama E Quer Salvá-lo

Muitas pessoas cresceram com a ideia de que Deus é uma espécie de polícia cósmico à espera de as apanhar em pecado, de modo a que possa condená-las aos horrores do inferno. Nada poderia estar mais longe da verdade. Deus é "misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares, que perdoa a iniquidade e a transgressão e o pecado" (Êxodo 34:6 e 7).
Deus não nos quer punir. Em vez disso, "Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigénito, para que todo aquele que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele" (João 3:16 e 17).
É verdade que Deus odeia o pecado. E porque não o odiaria? O pecado é um assassino. Ele separa-nos de Deus, cortando a nossa ligação com a Fonte da vida. Deus odeia o pecado, mas ama os pecadores - você e eu. E porque é também um Deus de justiça, Ele tem que punir o pecado. É aqui que a glória do Plano da Salvação se torna clara.

3. Olhe Para Jesus

Tal como eu necessitava de um salvador naquele dia na piscina, nós, seres humanos, precisamos de Alguém para nos salvar de morrermos afogados no pecado. Esse Salvador veio na pessoa do Deus-Homem Jesus Cristo. Jesus veio revelar o amor do Pai e veio ser o nosso Portador de Pecados. Ele suportou o castigo dos nossos pecados sobre a cruz. "Verdadeiramente Ele tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si. (...) Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades: o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas Suas pisaduras fomos sarados" (Isaías 53:4 e 5). Uma das minhas escritoras religiosas favoritas, Ellen White, escreveu:

"Cristo foi tratado como nós merecemos, para que nós pudéssemos ser tratados como Ele merece. Ele foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha qualquer parte, para que nós pudéssemos ser justificados pela Sua justiça, na qual não tínhamos qualquer parte. Ele sofreu a morte que era nossa, para que nós possamos receber a vida que era Sua."
4. Creia

À medida que olha para Jesus a morrer na cruz e compreende que Ele sofreu aquela agonia para que pudéssemos ser salvos, começa a compreender a fealdade do pecado e quer ser perdoado, limpo e libertado. Você confessa a sua miséria a Deus e arrepende-se. Por outras palavras, desvia-se daquelas coisas que o separam d'Ele. Ao fazer isto, aceita a promessa de Deus de "nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça" (I João 1:9).
Você não pode expiar os seus pecados passados; não pode mudar o seu coração e tornar-se a si mesmo santo. Mas Deus promete fazer tudo isto por si através de Cristo.

- Você crê nessa promessa.
- Confessa a Ele os seus pecados.
- Dá-se a si mesmo a Deus.
- Escolhe servi-l'O.


E tão certamente como você faz isto, Deus cumprirá a Sua palavra para consigo. Crê na promessa - crê que é perdoado e limpo - e Deus provê o facto na realidade. Você é integralmente sarado, tal como Cristo deu ao paralítico o poder de andar quando o homem creu que estava curado. Assim será, se o crer. O critério para a salvação não mudou. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (Atos 16:31).

5. Receba O Dom Da Vida Eterna

Se eu não tivesse aceite a ajuda do meu amigo, quando ele saltou para a piscina para me ajudar, ter-me-ia afogado. Semelhantemente, cada um de nós tem que aceitar Cristo como seu Salvador, por si mesmo ou o Seu ato cheio de graça na cruz não nos beneficiará. Um remédio potencialmente capaz de salvar a vida não nos fará qualquer bem enquanto permanecer na embalagem. A pessoa doente tem que receber os comprimidos no seu organismo para que seja curada.
Confie apenas em Cristo para o salvar. Nem boas obras nem ser religioso podem salvá-lo. "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Efésios 2:8). Cristo, e apenas Cristo, pode expiar os seus pecados e torná-lo limpo diante de Deus. Vá até Ele em oração agora mesmo e diga-Lhe que está pronto a receber a Sua vida perfeita em lugar da sua vida pecadora. Confesse a Ele os seus pecados e reclame a promessa de que "a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no Seu nome". "E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no Seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida" (João 1:12; I João 5:11 e 12).
Eu ainda agradeço a Deus por me ter salvo de me afogar naquele dia na piscina, e agradeço-Lhe também por ter salvo a minha alma.

PORQUE NÃO DEIXAR QUE ELE O SALVE TAMBÉM?



SÓ JESUS É O NOSSO SALVADOR E REDENTOR.
A  SUA  SEPULTURA  ESTÁ  VAZIA!
E  Isso  Faz  Toda  A  Diferença!!!...

terça-feira, 19 de março de 2013



O  PAPEL  IMPORTANTE  DO  PAI

A tarefa de tornar o lar feliz não repousa sobre a mãe somente. O pai tem parte importante a desempenhar. O marido é o laço de união dos tesouros do lar, unindo mediante sua afeição devotada, forte, fervente, os membros da família - mãe e filhos - nos mais fortes laços de união. (...) O marido e pai é a cabeça da família. A esposa espera dele amor e interesse, bem como auxílio na educação dos filhos, e isso é justo. Os filhos pertencem-lhe, da mesma maneira que a ela, e sua felicidade igualmente o interessa. Os filhos esperam do pai apoio e guia; cumpre-lhe ter justa concepção da vida, e das influências e associações que devem rodear sua família; ele deve ser regido, acima de tudo, pelo amor e temor de Deus, e pelos ensinos de Sua Palavra, a fim de lhe ser possível guiar os pés dos filhos no caminho reto. (...)

O pai deve fazer sua parte para tornar o lar feliz. Sejam quais forem seus cuidados e perplexidades nos negócios, não permita que estes ensombrem a família; deve penetrar em casa com sorrisos e palavras aprazíveis. (...) O pai é em certo sentido o sacerdote da família, apresentando ante o altar de Deus o sacrifício da manhã e da tarde. A esposa e os filhos devem ser encorajados a unir-se nesta oferenda e também a participar dos cânticos de louvor. De manhã e de tarde o pai, como sacerdote da família, deve confessar a Deus os pecados cometidos por ele mesmo e pelos seus filhos durante o dia. (...) O pai... unirá seus filhos ao trono de Deus pela fé viva. Desconfiando de sua própria força, achegará sua alma desajudada a Jesus, apossando-se da força do Altíssimo. (...)

O pai não deve ser como uma criança, movido apenas por impulso. Ele está ligado à sua família por laços sagrados e santos. (...) O pai deve estar à testa da família, não como um rapazote, um garoto indisciplinado, mas como um homem de caráter varonil, de paixões controladas. Deve ele obter educação em moral correta. Sua conduta na vida em família deve ser dirigida e restringida pelos princípios puros da Palavra de Deus. Então ele crescerá até à estatura de um homem em Cristo Jesus. (...) Nunca, nunca deveis mostrar espírito tirânico no lar. O homem que assim procede está trabalhando em parceria com instrumentalidades satânicas. Levai vossa vontade em submissão à vontade de Deus. Fazei tudo que estiver em vosso poder para tornar a vida de vossa esposa aprazível e feliz. Tomai a Palavra de Deus como vossa conselheira. No lar vivei os ensinos da Palavra. Então havereis de vivê-los na igreja e os levareis convosco ao trabalho. Os princípios do Céu enobrecerão vossas transações. Anjos de Deus cooperarão convosco, ajudando-vos a revelar Cristo ao mundo. (...)

Não é evidência de varonilidade demorar-se o esposo constantemente no fato de ser a cabeça da família. (...) Ele não se faz mais varonil por exigir de sua esposa, a mãe de seus filhos, que aceite os seus planos como se eles fossem infalíveis. O Senhor pôs o esposo como cabeça da esposa para ser seu protetor; ele é o laço de união da família, unindo os membros entre si, da mesma forma como Cristo é a cabeça da igreja (...).

Ajude o marido à esposa, mediante simpatia e constante afeto. Se ele a deseja conservar jovial e contente, de modo a ser no lar como um raio de sol, auxilie-a no fazer face às responsabilidades. Sua bondade e amorável cortesia serão para ela uma preciosa animação, e a felicidade que ele comunica lhe trará paz e alegria ao próprio coração. (...) Se a mãe é privada do cuidado e conforto que lhe devem ser proporcionados, se se consente gastar as forças em trabalho excessivo ou por ansiedade e tristeza, os seus filhos são privados da força vital, da elasticidade mental e da jovialidade que poderiam herdar. (...)

O pai perde em média muitas oportunidades áureas de atrair e prender a si os filhos. Ao retornar ao lar vindo do trabalho, ele deve achar uma agradável variação gastar algum tempo com os filhos. Os pais devem desprender-se de sua falsa dignidade, negando a si mesmo alguma pequena satisfação em tempo e lazer, a fim de se associarem com os filhos, simpatizando com seus pequenos problemas, ligando-os ao seu coração pelos fortes laços do amor, exercendo tal influência sobre a sua mente em expansão que seus conselhos sejam considerados sagrados. (...)

O pai de meninos deve entrar em contato próximo com seus filhos, dando-lhes o benefício de sua grande experiência, e falando com eles com tal simplicidade e ternura que os ligue ao seu coração. Deve deixá-los ver que ele tem em vista em todo o tempo, o maior interesse e felicidade deles.

O pai pode exercer sobre os filhos uma influência que será mais forte que os atrativos do mundo. Ele deve estudar a disposição e caráter dos membros de seu pequeno círculo, a fim de poder compreender suas necessidades e perigos, e assim estar preparado para reprimir o erro e encorajar o direito. Seja qual for o caráter de sua atividade, não é de tão grande importância que lhe sirva de escusas por negligenciar a obra de educar e preparar seus filhos a fim de se conservarem no caminho do Senhor. (...) O pai não deve absorver-se de tal maneira nos negócios da vida ou no estudo dos livros, que não possa ter tempo de estudar a natureza e necessidade de seus filhos. Deve auxiliar no descobrir meios pelos quais eles possam conservar-se ocupados com trabalho útil e agradável às suas disposições variadas.

Pais, dedicai tanto tempo quanto possível a vossos filhos. Procurai familiarizar-vos com seus diferentes caracteres, para que possais saber como educá-los em harmonia com a Palavra de Deus. Jamais saia de vossos lábios uma palavra de desencorajamento. Não leveis trevas para dentro do lar. Sêde amorosos, bons e afetuosos para com vossos filhos, mas não absurdamente condescendentes. Deixai-os levar os seus pequenos desapontamentos, como todos necessitam fazer. Não os encorajeis a vir a vós com suas queixas infantis de uns contra os outros. Ensinai-os a suportarem-se mutuamente e a procurar conservar a confiança e o respeito mútuos.

Pais... combinai o afeto com a autoridade, a bondade e simpatia com a firme restrição. Dedicai a vossos filhos algumas de vossas horas de lazer; relacionai-vos com eles; associai-vos com eles em seus trabalhos e brinquedos e captai-lhes a confiança. Cultivai a camaradagem com eles, especialmente os meninos. Tornar-vos-eis, assim, uma forte influência para o bem. (...)

Quando o marido tem a nobreza de caráter, a pureza de coração, a elevação de espírito que deve possuir todo o verdadeiro cristão isso será manifesto na relação matrimonial. (...) Ele procurará conservar a esposa com boa saúde e ânimo. Esforçar-se-á por falar palavras de conforto, criar uma atmosfera de paz no círculo familiar.
(Ellen G. White, O Lar Adventista, págs 211-228)

SE ELE NÃO FOR O PRIMEIRO...



(Pode ler mais em Meditação para a Saúde, 19.03.2013 - Links 1R)

sexta-feira, 8 de março de 2013

"FILHAS DA GRAÇA"



EVA

"A curiosidade matou o gato", alertamos as crianças - ou mesmo os gatos!
É errado uma mulher adulta ser curiosa? Será que é bom querer saber mais,
explorar, ultrapassar os limites? Eva talvez pudesse dar alguns conselhos.

            O seu crime não foi assim tão grande. Não matou ninguém, não assaltou, não destruiu nenhuma propriedade. Tudo o que ela fez foi comer um pedaço de fruta. Quebrou uma simples regra. Apesar de não sabermos exatamente quais eram os seus reais motivos, parece que uma das razões foi simplesmente a curiosidade. Ela queria conhecer mais; por isso, experimentou algo que sabia estar além dos limites.
            A partir dessa simples escolha, de acordo com o relato da origem da humanidade registado em Génesis, teve início um verdadeiro pesadelo de pecado e sofrimento. Uma mulher que conhecemos pelo nome de Eva estava lá no jardim, ao lado da árvore proibida, ouvindo a conversa tentadora de uma astuta serpente. Ela fora criada havia pouco tempo, cheia de admiração e fascínio pelo belo mundo em que tinha sido colocada. Ela e o seu marido Adão eram os governantes e tomavam conta deste mundo. Deus lhes tinha dado apenas uma restrição: não comer do fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal.
            Que nome interessante Deus escolheu para a árvore proibida! Um nome assim não a deixaria extremamente curiosa? Afinal, o conhecimento não é algo bom?
As palavras 'bem' e 'mal' provavelmente não significavam muito para Eva, a primeira mulher. Não existia o mal no mundo perfeito que Deus tinha dado a ela e a Adão.
Também não havia nenhum mal oculto no seu coração - apenas o desejo de conhecer e entender o que estava ao seu redor.
            A história da decisão feita pela primeira mulher de desobedecer a Deus - a Queda, como os teólogos cristãos geralmente denominam esse evento - é apenas um pequeno trecho no início da Bíblia. Não há muitos detalhes. Depois que a serpente diz a Eva que a árvore fará com que ela seja tão sábia quanto Deus, Génesis 3:6 simplesmente diz:
            "Quando a mulher viu que a árvore parecia agradável ao paladar, era atraente aos olhos e, além disso, desejáve1 para dela se obter discernimento, tomou do seu fruto, comeu-o e o deu ao seu marido, que comeu também."

            Algumas pessoas interpretam essa história dizendo que a curiosidade humana - o desejo de saber e aprender - é algo ruim e que Deus puniu Adão e Eva por tentarem saber mais e ser o que não eram. Será que o pecado de Eva - o primeiro pecado - foi realmente a curiosidade?
            Apesar de diferentes culturas possuírem diferentes mitologias sobre o início da existência humana e dos seus problemas, a ideia de uma mulher curiosa ser a causa de todos os problemas é um tema comum. O mito grego da caixa de Pandora conta a história de uma bela mulher e do seu companheiro Epimeteu - um modelo grego de Adão e Eva - que moravam numa terra paradisíaca. Pandora tinha uma caixa mágica, ou (em algumas versões) um pote, que tinha recebido ordens de jamais abri-la. A curiosidade de Pandora venceu-a e ela abriu a caixa. Todos os males do mundo saíram dali e contaminaram o ar, infectando a humanidade para sempre.
            A história de Pandora soa como uma versão mitológica de Adão e Eva: a mulher curiosa faz o que não devia e toda a humanidade sofre. Será que é realmente errado querer saber e conhecer mais?
            A Bíblia constantemente nos aconselha a buscarmos a sabedoria e enaltece homens e mulheres por serem sábios. Provérbios 23:23 diz: "Compre a verdade e não abra mão dela, nem tão pouco da sabedoria, da disciplina e do discernimento.
            Deus criou-nos com o desejo de aprender, conhecer e crescer. Os seres humanos estão sempre buscando mais conhecimento, querem sempre explorar e experimentar. Isso não é ruim. A história de Eva nos alerta, contudo, que nossa curiosidade deve ter limites. Não podemos antever os resultados da nossa busca pelo conhecimento. Mas Deus pode e, por isso, coloca limites e estabelece o que podemos ou não devemos fazer com o nosso conhecimento.
            Não era errado por parte de Eva desejar explorar o belo jardim, o seu lar. Não era errado pegar e comer os frutos das árvores. Também não era errado ser curiosa. O seu erro estava em desobedecer a uma ordem clara dada por Deus, ultrapassando os limites que Ele tinha estabelecido. Desde então, os seres humanos cada vez mais ultrapassam os limites e pagam um alto preço por isso.

            Lembro-me de outra mulher que viveu milhares de anos depois de Eva. O seu nome era Marie Curie e foi considerada uma das grandes mulheres cientistas da era moderna. Ela descobriu as radiações. A partir das suas experiências no seu laboratório em Paris, muitas descobertas foram feitas e mudaram a história da humanidade. Quantas pessoas foram salvas de morte prematura pelo cancro através dos tratamentos de radioterapia? Por outro lado, quantos morreram por ataques de bombas atómicas?
            Podemos culpar Marie Curie pelas armas nucleares? Claro que não. Ela não tinha como imaginar todos os resultados das suas descobertas. Ela foi guiada pelo desejo de conhecer e explorar - assim como aconteceu com Eva quando foi olhar a Árvore do Conhecimento. Porém, os cientistas que desenvolvem bombas atómicas são responsáveis por ultrapassar os limites estabelecidos por Deus, os quais nos ensinam a amar o próximo e preservar a vida.
            Podemos culpar Eva por todos os problemas que a humanidade sofre? Talvez em vez de culpar uma única mulher por uma escolha que fez, devêssemos olhar para Eva como um símbolo da curiosidade que nós todas temos. Queremos saber mais, experimentar coisas novas, conhecer novos lugares e ultrapassar os nossos limites. De forma alguma isso é errado! Sem essa curiosidade e desejo, nenhuma descoberta teria sido feita, ninguém resolveria qualquer problema ou assumiria posições de liderança. O que o mundo precisa - o que a igreja precisa, o que a nossa comunidade precisa - é de uma mulher curiosa que deseja descobrir novas formas de fazer as coisas, novas soluções para os problemas.


Mas o que Deus pede das mulheres curiosas - e dos homens também! - é que o seu desejo de crescer e aprender seja guiado pelos limites que Ele colocou. Entre esses limites, os mais importantes são os dois grandes mandamentos que Ele nos deu: amar a Deus e ao próximo (Marcos 12:30, 31).
Guarde esses mandamentos como suas diretrizes para estabelecer os limites. Depois, saia na sua própria jornada de exploração e descobertas com a bênção de Deus.

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MARIA DE NAZARÉ

Alguma vez você sentiu que dedicou a vida inteira
à sua família ou a outros a quem ama?
Você não foi a primeira mulher a se sentir assim.

            Uma adolescente grávida antes do casamento. Uma situação que não pode mais ser considerada incomum hoje em dia. Um pouco mais incomum nos dias dela, mas ainda assim conhecida.
            As sobrancelhas se levantaram. As fofocas se espalharam. As mulheres mais idosas balançavam a cabeça de um lado para o outro no caminho de volta do poço com os jarros de água sob os raios de sol da manhã. "Uma menina tão tranquila... de uma família tão boa... quem iria imaginar uma coisa dessas?"
            Maria caminhava um pouco afastada das outras. "Realmente, quem iria imaginar uma coisa dessas? E quem acreditará em mim?", pensava. Os pais? Os amigos? O seu noivo? Se havia alguém que confiaria nela, seria José. Mas ele era o menos provável de confiar nela nessa situação. E como alguém poderia acreditar nessa história tão fora do comum?

            Provavelmente nenhuma mulher seja mais bem conhecida ou mais mencionada do que Maria de Nazaré, a jovem escolhida para ser a mãe de Jesus. Apesar de todas as histórias, canções, pinturas e esculturas, ela continua um mistério para nós. As palavras da proclamação do anjo, hoje nos são familiares: "Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres" (Lucas 1:28, ARC*). Mas, aos ouvidos de Maria, essas palavras não soaram como os versos conhecidos de uma antiga e confortadora canção. Essas palavras foram um forte golpe que a desviaram de uma vida familiar e previsível para uma vida de obediência radical e de comprometimento total.
            Os fatos mais importantes da sua história são bem conhecidos. Grávida fora do casamento e sem nenhuma história convincente para explicar a situação, correu o risco de ser rejeitada pelo noivo - até que um anjo interveio. Longe de casa, sem a mãe ou outra pessoa experiente para auxiliá-la, Maria deu à luz numa estrebaria e acomodou o seu recém-nascido numa manjedoura. Em seguida, perseguida por soldados romanos, a família fugiu do país, refugiando-se e vivendo em terra estrangeira.

            Quanto amava o Filho cujo nascimento havia sido a causa de tanta dificuldade? No entanto, Ele nunca parou de causar-lhe preocupação. Sem dúvida, Ele era obediente e respeitoso. A Bíblia declara que Jesus "foi com eles (Maria e José) para Nazaré e era-lhes obediente" (Lucas 2:51). Mas a Sua obediência era a de uma Criança decidida que sabia que tinha um chamado e uma missão que em algum momento preocuparia a sua família. Um relance posterior mostra Maria procurando Jesus num momento de tensão, talvez na tentativa de convencê-Lo a voltar para casa (ver Marcos 3:20, 21, 31-34). Nesse momento, assim como em outras ocasiões, Jesus deixou claras as Suas prioridades: o Seu ministério estava acima do Seu compromisso com a família, até mesmo com a própria mãe.
            Certamente ela sabia que tipo de Filho Ele seria. Afinal, aos doze anos de idade, Ele Se envolvera de tal maneira num debate sobre a Lei com os rabinos no Templo que não deu atenção à ordem para levantar acampamento e voltar para casa. Ao ser encontrado, disse calmamente aos pais que estava tratando dos negócios do Seu Pai celestial (Lucas 2:49). Antes disso, na cerimónia de dedicação, um profeta do Templo predisse a grandeza do futuro de Jesus com uma misteriosa advertência a Maria: "Quanto a você, uma espada atravessará a sua alma" (Lucas 2:35).
            Essa espada nunca cessou de atravessar a alma de Maria. Ela fez o primeiro corte no dia em que Maria disse aos pais e ao noivo que tinha ficado miraculosamente grávida. À medida que Jesus cresceu e descobriu a sua missão e gradualmente se distanciava do círculo do lar e da segurança, a espada continuou a partir o coração de Maria. Finalmente, foi cravada até ao punho ao encontrar-se ao pé da cruz do Filho. O seu amado Garoto preocupante, a sua Criança decidida e resoluta, estava enfrentando problemas pela última vez. As Suas palavras ousadas haviam por fim elevado a raiva das autoridades para além do limite e Ele agora estava pendurado entre o céu e a terra, morrendo uma morte pública lenta e terrível por asfixia.

            Por causa desse Filho, ela abrira mão da vida normal que poderia ter levado. Tornou-se o alvo de fofocas e suspeitas. Abriu mão da paz mental e da segurança, vivendo no limite do medo no momento em que a opinião pública se voltou contra Jesus. Será que poderia ter adivinhado, ao dizer o anjo: "Bendita és tu entre as mulheres!", que o corte da espada seria tão profundo e tão definitivo?
            Será que alguém pode adivinhar? Para a maioria de nós, o chamado de Deus à obediência não vem na forma de um mensageiro angelical. Em vez disso, o Seu chamado é mais simples, escondido na forma de uma escolha que fazemos. Casamos. Temos filhos. Cultivamos amizades. Sabemos, num vago sentido, que Deus exige o nosso melhor nesses relacionamentos. Sabemos que seremos chamados para nos sacrificar; porém, mal podemos imaginar o nível de comprometimento que Ele pedirá de nós.
            Ter um filho é um evento que transforma a vida. Jesus entregou a Sua vida pelo mundo; Maria, em certo sentido, abriu a mão da sua vida por Jesus. Mas toda a boa mãe sacrifica a vida pelos filhos - sacrifica o prazer egoísta de dormir até tarde e sair com os amigos à noite, sacrifica uma parte dos seus sonhos e objetivos pessoais para investir tempo e energia em ajudar o filho a atingir a maturidade. Cada mãe conhece um pouco da dor de Maria. A ponta daquela espada já tocou os nossos corações.

            O toque da espada não se limita apenas às mães. Todas as que verdadeiramente amam outra pessoa - o filho, o cônjuge, os pais, um amigo, um aluno, um doente - sabem o compromisso que esse chamado requer, e a dor que o amor pode causar. O chamado para amar é arriscado; ao aceitá-lo, expomo-nos ao perigo. Esse, no entanto, é um chamado que Deus estende a cada uma de nós. Somos convidadas a aceitar o risco de amar, mesmo sabendo que leva à dor e ao sacrifício. Se podemos responder assim como Maria fez - "Sou serva do Senhor; que aconteça comigo conforma a Tua palavra" -, então ouviremos, assim como ela, a bênção de Deus: "Não tenha medo, (...) você foi agraciada por Deus!" (Lucas 1:30).
            A mãe em prantos ao pé da cruz não é a última descrição que temos de Maria. Vemos essa mulher antes do amanhecer de domingo apressando-se para o sepulcro do Filho para prestar-Lhe uma última homenagem. Assim como as outras mulheres, ela encontra o sepulcro vazio e ouve a notícia da ressurreição de Jesus.
            Ficamos a saber como Maria Madalena, a amiga e fiel seguidora de Jesus, reagiu à notícia. Lemos a reação de Pedro e de João. Até mesmo ficamos a saber da reação do desconfiado Tomé e de outros dois discípulos a caminho de Emaús. Mas nenhum dos evangelhos descreve o encontro d'O Jesus Ressureto e da Sua mãe. Ninguém se incomodou em registar como Maria se sentiu ao descobrir que o seu Filho surpreendente havia feito a coisa mais surpreendente de todas - saído do sepulcro e derrotado a morte por toda a eternidade.


Talvez não precisemos de saber. Qualquer mãe pode imaginar. Qualquer mulher que já amou sabe o que Maria sabia: o sacrifício é real, a dor é real. Mas isso não é nada comparado à recompensa.

Textos de Trudy J. Morgan-Cole in FILHAS DA GRAÇA - O que você pode aprender com as mulheres da Bíblia, Casa Publicadora Brasileira.
*ARC - versão da tradução da Bíblia Almeida, Revista e Corrigida.

MARIA, VOCÊ SABIA?

Maria, você sabia que o seu Bebé irá um dia andar sobre a água?
Maria, você sabia que o seu Bebé irá salvar nossos filhos e filhas?
Você sabia que o seu Bebé veio fazê-la uma nova pessoa?
Essa Criança que a você foi entregue
Em breve, O entregará?

Maria, você sabia que o seu Bebé dará vista a um cego?
Maria, você sabia que o seu Bebé vai acalmar uma tempestade com a mão?
Você sabia que o seu Bebé andou onde os anjos pisam?
Quando você beija o seu pequeno Bebé você já beijou a face de Deus.
Maria você sabia? Maria você sabia?

Coro
O cego vai ver, o surdo vai ouvir
E os mortos viverão novamente,
O coxo saltará, o mudo vai falar
Os louvores do Cordeiro.

Maria, você sabia que o seu Bebé é o Senhor de toda a Criação?
Maria, você sabia que o seu Bebé irá um dia governar as nações?
Você sabia que o seu menino Bebé é o Cordeiro perfeito dos Céus?
Esta Criança dormindo que você está segurando é o Grande Eu Sou?!



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013



Namoro - Como Se Preparar Para Um Casamento Bem-Sucedido

O Bill e a Nina encontraram-se na igreja. Depois saíram para comer alguma coisa. "Conversámos durante horas", disse a Nina. "Nunca encontrara ninguém com quem me pudesse comunicar tão depressa. Naquela noite fiquei a conhecê-lo melhor do que a todos os outros rapazes que eu tinha namorado. Contei-lhe coisas sobre mim mesma, o que nunca tinha partilhado com qualquer outro. Encontrámo-nos todas as noites durante uma semana e então o Bill propôs-me. Eu sabia que era a coisa certa, e aceitei".
O Bill também se lembra daquela primeira semana. "A Nina era a menina mais inteligente e bonita que eu jamais encontrara. Mal podia tirar os meus olhos dela. Eu queria tocá-la e segurá-la. Ela possuía uma forte atração sexual. Víamo-nos todos os dias. Eu estava encantado. Nunca amei ninguém como eu a amava. Sabia que isso era o máximo. Tínhamos de nos casar".
O Bill e a Nina casaram-se um mês depois de se encontrar. Quatro meses mais tarde eles se separaram e pediram divórcio.
O que aconteceu de errado? Duas pessoas boas, honestas nos seus sentimentos de um pelo outro, casaram-se e depois viram o seu casamento destruído, as suas esperanças desfeitas.

Ver Antes de Dar o Salto

A maior tragédia no namoro é de te casares antes de ultrapassares a onda de sentimentos apaixonados. E depois descobrires-te casado(a) com uma pessoa totalmente desqualificada. A sociedade chama a isso de 'casamento fracassado' quando na realidade é um 'namoro fracassado'.
Mais de um milhão de divórcios ocorrem nos Estados Unidos. A maior parte dos pares casam-se dentro de sete meses depois de se encontrarem. A duração média desses casamentos é de sete anos, com cerca de metade desintegrando-se dentro de três anos. Cada um desses casais apresentou-se no altar com os olhos brilhando de alegria, prometendo amor e fidelidade para sempre, não prevendo que estavam a cometer o maior erro das suas vidas. O que aconteceu com as suas conversas cintilantes, as promessas cheias de ternura, os olhares lânguidos, os abraços apertados, os beijos apaixonados e os sussurros de amor?
As emoções ardentes vencem o bom senso e as pessoas precipitam-se em compromissos que vêm a lamentar nos anos seguintes. Não há tal coisa como 'amor instantâneo'. Os relacionamentos fortes e duradouros precisam de ser espaçados durante um longo período quando 'aprender a conhecê-lo' é o tema principal. É por isso que eu enfatizo ir mais devagar, e olhares cuidadosamente antes de saltares.

Etapas no Namoro

O namoro desenvolve-se em sete etapas. Cada etapa tem uma função e propósito com vista a estabelecer uma base para a relação. Se qualquer das etapas for apressada ou pulada, há uma lacuna no desenvolvimento da relação, e problemas que daí resultam.

Etapa 1: Amizade. Durante esta etapa vocês chegam a conhecer-se um ao outro enquanto participam de atividades sociais, recreativas, espirituais e intelectuais, sem romance. A maior parte destas atividades são de grupo e não de parzinhos. Esta etapa é mais casual e menos emotiva do que as etapas seguintes, visto não haver implicações românticas ou sexuais.
As amizades envolvem menos stress do que os namoros, e não há necessidade de fingir. Muitas vezes os amigos são mais honestos uns com os outros do que os namorados.
Fazer amizade antes de ficar envolvido emocionalmente tem bastante sentido. Se vocês se enamoram depressa demais e não dá certo, vocês raramente se tornarão amigos de novo. Mas se tu tomares tempo para conhecer alguém no nível de amizade primeiro, e permitires que o amor cresça lentamente e gradualmente, é mais provável que tenhas um amigo para toda a vida, quer te cases ou não com essa pessoa. Para além disso, amores que se inflamam instantaneamente geralmente se apagam com a mesma rapidez. E é mais provável que tu sejas julgado(a) por qualidades superficiais como a tua aparência física mais do que pelo caráter.
É mais difícil continuar como amigos do que como namorados. É fácil quando tu te sentes atraído(a) por alguém, dar a partida e disparar. É infinitamente mais difícil desacelerar. Mas escolher o caminho rápido e fácil raramente cria um relacionamento que dura porque quando os conflitos surgem, a tendência é de escolher o caminho mais fácil — desaparecer.

Etapa 2: Encontros casuais. Dois amigos agora se afastam do grupo para desfrutar atividades que já aprenderam a apreciar juntos. Visto que o grau de envolvimento emotivo entre eles é baixo, ambos estão livres para ter encontros com outros. Não se consideram estar apaixonados. Tempos agradáveis são partilhados juntamente com uma amizade que pode ser promissora para o futuro.
Um parzinho devia permanecer na etapa de amizade e encontros casuais de seis a doze meses. Esse é o tempo de aprender a conhecer os gostos, desgostos, o passado, hábitos e comportamentos. Se o que aprendem nesse ritmo vagaroso concorda com o que esperam, eles podem lentamente passar para a etapa três. É possível permanecerem amigos durante meses e mesmo anos sem ficarem envolvidos romanticamente.

Etapa 3: Encontros ocasionais. Encontros ocasionais é uma etapa intermediária. Há uma ligação emotiva crescente entre os dois, mas ainda não alcançaram o compromisso que se requer de uma relação estável. Estão passando mais tempo juntos mas não estão ainda namorando de modo permanente.

Etapa 4: Encontros regulares. Nessa etapa, há um entendimento entre os dois de que não vão namorar outra pessoa. Veem-se mais frequentemente do que no encontro casual. Pela primeira vez, palavras como 'compromisso' e 'exclusivo' são usadas. Os encontros regulares proveem uma oportunidade para se examinarem cuidadosamente sem compromisso de casamento. A etapa também testa a relação com mais rigor. Revela se as duas pessoas são capazes de se manterem comprometidas com uma relação — um fato vital a conhecer antes do casamento ser considerado.
Nesta etapa um parzinho pode pensar que se ama, mas ainda não tem a certeza. Mas há a oportunidade para que desenvolvam confiança numa pessoa do sexo oposto durante um período longo. Muitos traços de personalidade podem ser observados durante esta etapa — senso de humor, habilidade de ouvir, maneiras, ponderação, espiritualidade e maturidade, como resolver diferenças de opinião e habilidades de comunicação.
Encontros regulares proporcionam um período de prova durante o qual o parzinho pode fazer decisões inteligentes quanto à sua compatibilidade. Também significa intensificar um sentimento de amor ao passarem mais tempo a sós. O impulso sexual pode estar explodindo de modo acelerado. O sexo agora confundirá as emoções e complicará o processo de distinguir paixonite do verdadeiro amor. Encontros regulares requerem renúncia, paciência e disciplina — traços que vão longe em construir uma relação que perdura. Forma uma ponte natural do pré-noivado ao noivado formal.

Etapa 5: Pré-noivado. O Pré-noivado é a etapa na qual o parzinho começa a sondar a possibilidade de casamento. O parzinho fala do casamento — 'algum dia'. Algum dia, quando terminarmos a faculdade, ou ganharmos uma promoção, ou quando as circunstâncias se tornarem favoráveis. Todas as conversas e planos são de caráter tentativo, mas o parzinho está mais seguro de que foram feitos um para o outro. O seu entendimento é privado e pessoal e não tanto final ou obrigatório.
Durante esta etapa, um parzinho pode ponderar se os seus estilos de vida e as suas personalidades são bastante compatíveis para se casarem. Muito do que costumava ser discutido somente durante um noivado formal é agora aberto para escrutínio. Esta abordagem devia tornar o noivado mais significativo e reduzir o número de noivados rompidos.
Visto que a comunicação efetiva é o maior contribuidor para um casamento estável e satisfatório, o alvo mais importante para um parzinho no nível cinco é de avaliar e aperfeiçoar a sua habilidade de comunicar. Essa é a última oportunidade para fugir de uma relação sem ofender ninguém.

Etapa 6: Noivado formal. O noivado formal segue a conversa de 'algum dia' da etapa cinco. Envolve um senso profundo de compromisso que não acontece com o namoro regular ou pré-noivado. Há várias coisas que distinguem o noivado formal da etapa do pré-noivado. Um anúncio de noivado formal alerta os amigos e as famílias de que o parzinho se pretende casar. Provê uma oportunidade para outros se ajustarem ao fato de que uma nova família logo se irá formar, e que um novo membro vai unir-se à família maior. O anúncio público também fortalece o compromisso. Quanto mais pessoas souberem do noivado, tanto mais certo que o par se vai casar. Assim um noivado secreto não vale em absoluto como noivado.
Em segundo lugar, o noivo pode oferecer um presente à futura esposa para tornar o noivado mais solene. Este presente é um símbolo do compromisso de um para com o outro e fortalece ainda mais o compromisso do par.
Em terceiro lugar, a data do casamento é marcada e começam os planos para o casamento. O noivado não é um fim em si mesmo. É um compromisso que precede o casamento. Portanto, planos para o casamento devem seguir-se. Um noivado sem data de casamento destrói o valor do noivado.
Durante o noivado, expressões de afeição tornam-se mais intensas porque estão na transição entre fazer a corte e o casamento. Por causa desta urgência de satisfazer o desejo natural de intimidade irrestrita, noivados curtos de seis a nove meses são o ideal. Se o parzinho gastou dois anos para se conhecerem um ao outro antes do noivado, um período curto de noivado é suficiente.
Essa é a última oportunidade de examinar o futuro parceiro antes de se amarrarem para o resto da vida. Esse é o tempo para trazer à luz quaisquer diferenças não resolvidas ou para revelar quaisquer segredos, examinando e reexaminando as suas avaliações.
O noivado não é um contrato selado que une o destino de um casal para sempre. É possível que um par de noivos possa decidir não se casar. Isso não é uma ocorrência rara. Cerca de 40 ou 50 por cento de todos os noivados se rompem. Por penoso que seja, um noivado rompido é melhor do que um casamento desfeito.
A tarefa mais importante a ser feita durante o noivado não é o planeamento do casamento, mas o aconselhamento pré-marital com um pastor qualificado ou um conselheiro profissional. Todos os casais deviam ter um mínimo de seis sessões de aconselhamento antes do casamento.

Etapa 7: Casamento. O casamento é diferente das seis etapas prévias visto ser final e com recursos legais necessários para dissolver a relação mediante o divórcio. Ele devia ser uma continuação da fase romântica do noivado, caraterizado por afeição, respeito e cortesia.

Pôr a Carroça à Frente dos Bois

Infelizmente, os parzinhos frequentemente atravessam essas etapas fora de sequência. Tão ansiosos eles estão de achar amor, que pulam os preliminares e se precipitam no romance. Mas todo o romanticismo não produz necessariamente amor duradouro se uma amizade forte não foi estabelecida primeiro.
A maior parte dos parzinhos tende a agir precipitadamente e se casa depressa demais. Todo casal faria bem em se conhecer durante dois anos antes do casamento. Idealmente, o total de um ano devia ser gasto nas etapas 1, 2 e 3, alimentando primeiro uma amizade de modo lento e cuidadoso.
Para ganhar o amor e respeito do seu parceiro, a maior parte das pessoas mostra somente o seu lado melhor e tenta ocultar as suas faltas e deficiências. Crê que se a outra pessoa soubesse das suas faltas e idiossincrasias não seria bastante boa ou amável. Assim eles agem como se essas faltas não fizessem parte da sua personalidade — por algum tempo — permitindo que o seu namorado(a) veja somente o seu lado melhor. Tal comportamento não passa de uma hipocrisia, um disfarce.
Muitas pessoas podem encobrir as suas tendências negativas por um ano. Raramente pode tal jogo de esconder durar mais tempo. Portanto, quando um parzinho se precipita no casamento, não deu tempo suficiente para as máscaras caírem. Estão se casando com um estranho virtual. A aceleração das relações é tão excitante que os sentimentos românticos continuam vivos quando deviam começar a murchar. Ao se intensificar a euforia, o prazer de fazer coisas agradáveis juntos cega o casal à realidade. Casar-se apressadamente, sem tomar tempo suficiente para conhecer uma pessoa, é precipitar-se numa relação na base de suposições. Suposições fazem horríveis parceiros no casamento.

Pesquisadores na Universidade do Kansas acharam "uma relação forte entre o tempo gasto namorando os seus cônjuges atuais e a satisfação conjugal existente". Os pesquisadores notaram que "os casais que tinham namorado por mais de dois anos tinham nota alta consistentemente em satisfação conjugal, ao passo que os casais que tinham namorado por um período mais curto tinham notas que variavam de muito altas a muito baixas".*
O Bill e a Nina podiam talvez ter salvado o seu casamento se o seu namoro tivesse incluído este período de dois anos. Nada atrai a minha atenção mais depressa do que ouvir um casal falar de casamento sem ter namorado tempo suficiente. Eles seriamente subestimam a necessidade de um relacionamento forte e da habilidade de se comunicar para resistirem a crises financeiras, dias de doença e mal-entendidos.
A regra dos dois anos aplica-se também aos que já foram casados anteriormente. Alguns dos fracassos maiores envolvem indivíduos que já foram casados e que pensam que porque 'têm experiência', eles podem saltar todo o 'negócio de criança'. "Afinal", declaram "não somos adolescentes".
Todo o casal, apesar da sua idade, circunstâncias ou experiência, devia gastar dois anos inteiros para avaliar a sua qualificação para o casamento. Se o fizer, terá uma probabilidade bem maior de fazer uma boa escolha.

O conselho mais importante que dou para casais pode ser resumido em duas palavras: "Tomem tempo".

Relações Apressadas

Progredir demasiado rápido numa relação causa dois problemas. Primeiro, há uma forte possibilidade de que o casal não diminua o passo suficientemente para desenvolver as habilidades necessárias para manter uma relação a longo termo. Habilidades de relacionamento, tais como comunicação, resolução de conflito, provavelmente ficarão sem serem testadas. Casais imaturos tendem a resolver os seus conflitos na cama, especialmente se essa rotina foi aprendida no passado. O seu relacionamento carece de profundidade, e o primeiro sinal de dificuldade indica uma ameaça séria.
Em segundo lugar, desenvolver relacionamento com uma pessoa do sexo oposto é tão eletrificante que é necessário estender o período para que a profundidade se desenvolva. Um desejo compulsivo de passarem tempo juntos tanto quanto possível, impele o casal para intimidade física e compromisso.
Quando um casal experimenta uma forte atração sexual, eles assumem que se amam e se casam na base da excitação sexual apenas. Depois de se casarem descobrem que têm poucos interesses em comum e personalidades incompatíveis. São diferentes em muitos aspetos da vida, desde o que fazer num feriado até como gastar o seu dinheiro. No meio de um tal caos, descobrem que o seu interesse sexual também declina. Quando acordam para aquilo que todo o mundo já via, divorciam-se. Não experimentavam amor, mas sim paixão.
Desenvolver intimidade física é mais excitante e dá menos trabalho do que desenvolver intimidade nos níveis emocional, espiritual e de amizade. Isso torna a intimidade física mais difícil de ser controlada. Mas pode ser controlada se tu usares os teus encontros cuidadosamente. Algumas atividades formam relacionamentos lentamente mas de modo seguro no nível da amizade; outras atiram o casal na intimidade física. Uma tarde gasta explorando uma cidade histórica é mais edificante, para um Casamento Bem-Sucedido, do que gastar o dia afagando-se sobre um cobertor na praia.

Cathy Guise de um desenho animado diz: "Sou bonita, inteligente, encantadora, talentosa e pronta a partilhar a minha vida com alguém, Charlene! Quero sonhar com alguém... planear com alguém... quero que alguém esteja à minha espera!"
Charlene responde: "O meu marido tem um amigo simpático que..."
"Ora bolas!" Cathy exclama, "Um enredo? Nada de enredos! Estou pronta para me casar. Não estou pronta para encontros".
Muitas pessoas são como Cathy. O casamento é o seu alvo, mas não querem passar pelo processo de preparar-se adequadamente para atingir esse alvo. Querem o prémio, mas não querem pagar o preço.
Sê mais esperto(a) que tais pessoas. Em vez de ficares envolvido(a) sexualmente e mais tarde tentares formar uma amizade, avança mediante o relacionamento, e não recues. E toma tempo!


*Citado em Neil Clark Warren, Finding the Love of Your Life (Colorado Springs, Colorado: Focus on the Family, 1992), pág. 9.

Nancy L. Von Pelt é uma profissional de Vida da Família que escreveu 22 livros. Este artigo é adaptado do seu livro Smart Love (Grand Rapids, Michigan: Fleming H. Revell, 1997). Este livro foi revisto no Diálogo Universitário 11:1 (1999), pág. 32. O endereço da Sra. Van Pelt: 493 Timmy Avenue; Clovis, California 93612-0740; E.U.A. E-mail: vanpelt5@juno.com. Sua [web site]: heartnhome.com

Sexualidade e Autoestima

Mas umas poucas de coisas tenho contra ti: porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balac a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem. Assim tens, também, os que seguem a doutrina dos nicolaítas: o que eu aborreço. Apocalipse 2:14 e 15.
A palavra grega para 'prostituição', usada neste texto, pode ainda ser traduzida como 'fornicação' ou 'imoralidade sexual'. Muitas vezes, os cristãos ficam horrorizados por as pessoas se valorizarem tão pouco que oferecem os seus corpos, sexualmente, em troca de uma quantia relativamente baixa. Contudo, esses mesmos cristãos pensam que um pouco de sexo entre 'adultos consentâneos' não é uma questão importante.
Mas, se é errado vender a nossa sexualidade a alguém, será menos errado dá-la gratuitamente? A Bíblia ensina-nos a guardar a nossa sexualidade para quem nos valoriza a ponto de estar disposto a entregar-nos toda a sua vida. A sexualidade promíscua tende a acontecer quando as pessoas têm baixa autoestima. Aquilo que não se valoriza atira-se fora gratuitamente.
"Mas, a pureza sexual até ao casamento não é algo fora de moda?", perguntou um membro de igreja a um Pastor. "Claro que não é bom andar com umas e com outras, por causa de todas as doenças que há por aí, mas nós amamo-nos e planeamos casar-nos qualquer dia. Dê-me uma razão para esperarmos."
"Eu farei mais do que isso", respondeu o Pastor. "Dou-lhe três razões.
- "Primeiro, se está a preparar-se para o casamento, precisa de construir um relacionamento que dure a vida toda. Para conseguir isso, tem de ter uma 'infraestrutura' relacional forte, e isso significa passarem tempo a conhecerem-se um ao outro mental, emocional e espiritualmente. Quando um casal começa pela parte física, negligencia os outros aspetos do seu relacionamento e, se vão passar o resto da vida juntos, estes são os que realmente contam.
- "Segundo, o sexo antes do casamento enfraquece a resistência a casos extraconjugais. O cérebro tende a seguir a via de menor resistência. Quando se usa um caminho descendente durante algum tempo, é fácil retomá-lo novamente no futuro. Um 'casamento experimental' é a melhor maneira de se certificar de que o casamento propriamente dito não durará muito tempo.
- "Terceiro, mesmo que nunca venha a ter um caso extraconjugal, relações sexuais com o seu cônjuge antes do casamento levam a desconfiança. Não importando quão fiel seja, pode pensar-se: 'Bem, fê-lo comigo quando não estávamos casados, nada impedirá de o fazer com outra pessoa. E o casamento já é suficientemente difícil mesmo sem lhe acrescentarmos a questão da falta de confiança."
"Bom!", disse o membro de igreja. "Eu não sabia que a Bíblia era tão prática."

Senhor, ajuda-me a não dar ouvidos aos Balaãos atuais. Eu desejo pôr a minha confiança no que diz a Tua Palavra, mesmo quando não compreendo as razões.

Jon Paulien in Apocalipse - O Evangelho de Patmos, 24.02.2013.


FIEL A TODA A PROVA



DIGNIDADE E VALOR PESSOAL

Faz Toda A Diferença Do Mundo Sabermos Que A Nossa Origem:
São As Mãos De Deus!!!


A Imagem De Deus E O Poder Da Razão (Génesis 9:4-6)

Quando Deus ordenou à humanidade que se coibisse de comer o fruto de uma certa árvore, vemos o homem realçado como possuidor de uma característica ausente nos animais. Ellen G. White faz a seguinte observação: "A primeira grande lição de moralidade dada a Adão foi a da negação própria. As rédeas do autodomínio foram postas nas suas mãos. Julgamento, razão e consciência deviam ter a primazia." - The Advent Review and Herald, 24 de fevereiro de 1874.
Desta forma, os seres humanos distinguiram-se dos animais, na medida em que lhes foi dada a singular capacidade de reconhecer de livre vontade opções e de as avaliar com base num padrão mais elevado do que o dos seus próprios desejos e necessidades. O relato da Criação dá-nos o fundamento do estabelecimento do direito de Deus de colocar sobre nós exigências de autoridade.

O Cristianismo tem uma longa tradição de equiparar a imagem de Deus ao poder da razão. Um desafio que se põe a isto vem do evolucionista James Rad que argumenta que a razão deve ter evoluído aumentativamente e, assim sendo, não é exclusivo da humanidade. Nós, humanos, simplesmente temos mais e, consequentemente, só quantitativamente diferimos dos animais. Contudo, ao que parece, pode ser apresentada uma melhor opção do que simplesmente a da razão. Um outro evolucionista, Robert Wright, reconhece que os seres humanos são únicos em natureza, pois só os seres humanos possuem um sentido moral. Wright tem qualquer coisa nova na manga. O nosso sentido moral é de facto único e, não obstante, é um reflexo do sentido moral de Deus. Daí que, ter um sentido moral parece constituir uma ideia central do ser criado à imagem de Deus, sobretudo quando esta ideia está associada a domínio, ou autoridade.

Duas questões se levantam desta ideia de sermos criados à imagem de Deus. A primeira é a santidade da vida humana. Génesis 9:4-6 protege a vida humana da morte provocada por animal ou por agente humano porque o homem foi feito à imagem de Deus. É qualquer coisa sobre o ter sido feito à imagem de Deus que constitui a base do considerar-se o assassínio como algo errado. Desta forma, a ética judeo-cristã tem mantido a tendência de projetar um nível mais elevado de proteção moral para com os seres humanos do que para com seres não humanos. Por isso, se a casa estiver a arder, e alguém puder salvar OU o cão ou o bebé, nós escolhemos o bebé como tendo direito a mais proteção como ser humano criado à imagem de Deus. Rachels argumenta que a evolução mina a doutrina da dignidade humana, em parte por enfraquecer a ideia de que o homem é um ser à imagem de Deus. Se a evolução materialista foi o agente criador, então Deus não esteve ativamente a planear e a moldar e, por isso, não é possível ter seres humanos feitos à imagem de Deus.
Há um outro contraste moral que também se pode apresentar entre Génesis 1 e a evolução. Na evolução, o interesse próprio é a norma regente. Os fortes não facilitam a vida aos fracos, mas tornam-se seus predadores explorando-os. Contudo, na Criação antes da Queda, não havia nem predação nem exploração. Aliás, Adão e Eva deviam "servir e proteger" a Natureza, deviam usar o seu poder para cuidar e não para explorar. ("Servir e proteger" é uma tradução muito literal do texto hebraico em Génesis 2:15).

O domínio humano devia imitar o domínio divino, pelo menos no estilo. Já em Génesis, podemos ver o princípio moral de negação própria com vista ao bem dos outros, tal como descrito em Filipenses 2:5-7. Ter sido feito à imagem de Deus não é, então, ter meramente domínio e poder para moralmente avaliar as escolhas, mas significa viver uma vida dedicada à não exploração, ao serviço abnegado em favor do mundo à nossa volta. Explorar quaisquer filhos de Deus física, sexual ou emocionalmente é darwinista em natureza e viola a imagem de Deus, manchada como possa estar, no malfeitor.

Pense Nisto: Se dissermos que Deus criou por meio do processo evolutivo, de que modo poderá este ponto de vista alterar os fundamentos da nossa posição cristã sobre a dignidade do ser humano e do seu valor?

Aquilo em que acreditamos acerca das origens influencia a maneira como presentemente tomamos decisões. A Criação estimula-nos ao serviço abnegado, enquanto a evolução incita a ser um dos mais aptos para sobreviver. (...) Em que aspetos posso eu ser mais orientado pela criação a viver mais uma vida abnegada de serviço e bênçãos para os outros? No lar, na minha vida profissional, na minha comunidade? Encorajemo-nos a uma introspeção pessoal!

L. James Gibson in Origens - Lições da Escola Sabatina, 1º trimestre de 2013.
(Procure Lições e Meditações - Casa Publicadora Brasileira - links 1R e em Lições Adultos leia a Lição nº 5 - Criação e Moralidade; e complete com Comentários por 2 especialistas reconhecidos nesta matéria. Muito bom!
)


Solução Para A Transigência

Arrepende-te, pois; quando não, em breve virei a ti, e contra eles batalharei, com a espada da Minha boca. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe. Apocalipse 2:16 e 17.

A igreja de Pérgamo anda à deriva na transigência, não se apressando intencionalmente. As pessoas não se levantam uma manhã e decidem abandonar o seu relacionamento com Deus ou tornarem-se totalmente seculares. Quando os cristãos se tornam seculares, é porque se permitiram andar à deriva gradualmente para esse estado. Talvez não estejam a orar, ou a lutar em oração privada, tanto como costumavam fazer. Talvez seja apenas por não lerem a Bíblia e outros livros espirituais como faziam antes. A descida para o secularismo é gradual.
O problema com a transigência é que as pessoas deslizam para ela sem se darem conta do que está a acontecer. A transigência tende a ser popular - faz toda a gente feliz e não ofende ninguém. Mas ela perturba Deus. Talvez eu deva qualificar esta última afirmação. Conciliação e transigência não são a mesma coisa. A primeira é boa. Os resultados da transigência, por outro lado, não são espiritualmente saudáveis.
Com a transigência vêm padrões pessoais mais baixos. As pessoas não andam à deriva rio acima. A tendência normal em qualquer igreja é ir rio abaixo, em direção a padrões mais baixos e a menos pureza de doutrina. A não ser que as pessoas estejam dispostas a nadar contra a corrente, aplicando-se no estudo entusiástico das Escrituras, a Igreja cristã mover-se-á, inevitavelmente, para padrões mais baixos - como aconteceu com Pérgamo.
Qual é a solução de Jesus para a transigência? Ele não nos deixa qualquer dúvida. Arrependei-vos! A forma grega para a palavra implica que o arrependimento é algo para o qual têm de avançar. É evidente que os membros de Pérgamo não pensam que necessitam de se arrepender, mas Jesus insiste que a espécie errada de tolerância requer o arrependimento. Se a liderança da Igreja não confrontar as pessoas que estão a destruir a Igreja, Ele virá e "contra eles batalharei, com a espada da Minha boca."
O remédio para o espírito de transigência é, em primeiro lugar, uma decisão firme. Arrepender-se é mudar totalmente de vida, renovar a disciplina espiritual. Significa deixar de andar à deriva e de fazer o que lhe agrada ou o que vem naturalmente. O arrependimento requer que sejamos intencionais no que fazemos espiritualmente, ao separarmos tempo para a oração e para o estudo. E arranjarmos tempo na nossa vida para fazer o que Deus gostaria que fizéssemos, como partilhar a nossa fé.
Não importa o que tenhamos feito ou onde tenhamos estado, nunca é demasiado tarde para mudar.

Senhor, abre os meus olhos para as transigências escondidas na minha vida. Convido o espírito de arrependimento a entrar no meu coração.


Jon Paulien in Apocalipse - O Evangelho de Patmos, 25.02.2013 (ver Meditação Para a Saúde - 27.01.2013).




A COISA MAIS LINDA DE DEUS

Eu não sei quantas vezes Você se perdeu mas Deus ouviu, cada prece e cada pranto
Ao Seu mandar anjos descem p'ra cuidar de ti, porquê? P'ra Ele Você é especial!

Coro:
Voce é a Coisa Mais Linda de Deus! É o Mais Importante que Tem!
O Maior dos Seus Cuidados, é Você!

Ele te viu, desde antes de nascer ouviu o bebé chorar, e de emoção também chorou.
E vibrou com cada sonho que realizou, e intercedeu, junto ao Pai quando sofreu.

Qualquer outro pode te humilhar, sem dar valor. Mas teu Pai te reencontrou é Rei e sabe quem Você é.
E p'ra Ele não há outro igual! Te abraça te limpa do teu mal, como Príncipe vitorioso te conduzirá!